Director: Júlio Manjate   ||  Director(a) Adjunto(a): 

A Polícia da República de Moçambique (PRM) reiterou ontem que as Forças de Defesa e Segurança (FDS) vão permanecer nas suas posições na província nortenha de Cabo Delgado, enquanto os ataques não forem erradicados e os seus autores identificados e levados à justiça.
A declaração foi feita pelo porta-voz do Comando-Geral da PRM, Inácio Dina, em resposta a uma questão colocada pela imprensa sobre o último ataque protagonizado pelos malfeitores na península de Afungi, distrito de Palma, onde a Anadarko tem um acampamento. 
Dina, que falava durante o habitual briefing semanal, disse que o trabalho contínuo da Polícia é garantir que os autores possam ser identificados.
“Nós continuaremos lá. Esta é a tónica do nosso trabalho”, disse, anunciando que já foram identificados pontos estratégicos susceptíveis a ataques.
Dina considera a existência de ataques mesmo com a presença da FDS como sendo um facto típico de todas as sociedades, afirmando que “onde há sociedade há sempre crime, mas a Polícia também está lá”.
Os ataques em Cabo Delgado iniciaram em Outubro de 2017, tendo-se alastrado até ao ano em curso, com um rasto de destruição e centenas de pessoas mortas e feridas por conta destes actos macabros.
As autoridades nacionais já detiveram e levaram à barra da justiça cerca de 200 cidadãos, entre moçambicanos e tanzanianos. 

 

Os EUA confirmaram na terça-feira que pretendem apresentar um pedido de extradição da directora financeira do grupo de telecomunicações chinês Huawei, que está em liberdade condicional no Canadá, com o prazo a terminar a 30 de Janeiro.

“Vamos continuar a pretender a extradição da senhora Meng Whenzhou e vamos cingir-nos aos prazos fixados pelo tratado de extradição entre os EUA e o Canadá”, declarou um porta-voz do Departamento de Justiça, Marc Raimondi.

Segundo o acordo, os EUA têm 60 dias depois de uma detenção realizada a seu pedido para oficializarem o seu pedido de extradição.

A filha do fundador da Huawei foi detida a 01 de Dezembro no aeroporto de Vancouver, a pedido dos EUA. Libertada sob caução, está sob vigilância, nesta cidade.

Os EUA suspeitam que tenha sido cúmplice na violação de sanções aplicadas ao Irão.

Depois de ter recebido o pedido de extradição, o Ministério da Justiça canadiano tem 30 dias para divulgar “uma decisão introdutória de instância”, que corresponde, oficialmente, ao início do processo de extradição.

Devido à possibilidade de apresentar vários recursos, o processo pode demorar meses, ou anos inclusive.

A detenção da dirigente da Huawei criou uma crise diplomática entre Otava e Beijing. A China já deteve dois canadianos e condenou à morte um terceiro, garantindo que nenhum destes casos estava associado ao caso Huawei.

 

 

As intensas chuvas que acompanham a passagem da depressão tropical “Desmond” pelas províncias de Sofala, Manica, Tete e Zambézia já “empurraram” pelo menos 120 mil pessoas ao desespero na cidade da Beira, onde a precipitação atingiu, ontem, 277 milímetros. Leia mais

A INFORMATIZAÇÃO dos mecanismos de funcionamento das instituições do Ministério do Trabalho, Emprego e Segurança Social (MITESS) contribuiu para a eliminação de esquemas de corrupção que inquinavam a tramitação de processos. Leia mais

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