Director: Júlio Manjate   ||  Director(a) Adjunto(a): 

A SELECÇÃO Nacional de Futebol, os Mambas, mantém viva a esperança de se apurar para o CAN-2019, mercê do triunfo, na tarde de ontem, sobre a Zâmbia por 1-0, em jogo da quinta e penúltima jornada do Grupo "K".

Os “Mambas”passaram a somar sete pontos e ficaram a um da Guiné-Bissau e da Namíbia que, no sábado, empataram sem abertura de contagem. Para assegurar o bilhete para a mais importante prova futebolística do continente africano, a equipa treinada por Abel Xavier precisa de ir vencer na Guiné-Bissau na derradeira jornada.

O triunfo dos “Mambas” sobre os “Chipolopolo”, o segundo em 22 desafios, foi alcançado graças ao golo apontado por Reginaldo aos 63 minutos, uma vantagem que já se justificava, atendendo que a equipa nacional era a que mais tinha procurado chegar com perigo à baliza contrária.

Houve festa no Estádio Nacional do Zimpeto, no final do encontro. Jogadores, técnicos, dirigentes e adeptos celebraram o feito de forma efusiva.

Os festejos contrastavam, obviamente, com a tristeza dos zambianos que, com esta derrota, ficaram eliminados da batalha por uma vaga no CAN.

Refira-se que a Selecção Nacional não marca presença no CAN desde 2010, um sonho que se pode tornar realidade se vencer em Bissau a 22 de Março do próximo ano.

O Presidente da República, Filipe Nyusi, desfia o sector da Educação a organizar-se melhor na definição das suas necessidades, de modo a responder positivamente e acolher os investimentos dos países amigos como a Noruega e a Grã-Bretanha.

Nyusi faz um balanço positivo da visita que efectuou ao Reino da Noruega durante três dias e os encontros que manteve na sua passagem pela Grã-Bretanha. A visita tinha como objectivo estreitar as relações de cooperação económica e bilateral, de amizade e solidariedade, bem como colher e partilhar experiências de boa governação.

O Chefe do Estado disse que a Noruega tem interesse em apostar na Educação vocacional e os britânicos pretendem contribuir na formação de professores qualificados, de modo a melhorar o Sistema Nacional de Educação.

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A PRESIDENTE do Conselho de Admintsração da SIMO, Gertrudes Tovela, reconheceu que o problema coloca os utilizadores destes serviços numa situação “extremamente difícil” e referiu-se, de forma especial, aos cidadãos nacionais que, por diversas razões, se encontram no estrangeiro

“Temos alguns moçambicanos fora do país que foram apanhados de surpresa, uma vez que levaram os cartões bancários para efectuar as diferentes transacções. Algumas pessoas em situação de saúde crítica não estão a conseguir pagar as suas consultas, pelo que enquanto durar esta situação, queremos apelar e recomendamos que os nossos conterrâneos que estão fora do país contactem os seus bancos e familiares para poderem fazer as transferências financeiras, observando os requisitos legais.”

“Os bancos sabem quais são os procedimentos que devem tomar para que estas transacções sejam feitas”, disse, referindo-se, a título de exemplo, ao Moneygram, que pode ser usado para fazer as transferências.

Ao nível nacional, segundo a fonte, os bancos foram autorizados a aumentar o tempo de serviço, podendo abrir até aos fins-de-semana para que possam responder às necessidades de levantamento de numerário para fazer face às várias despesas”, disse.

A actual revisão do quadro regulatório do sector energético visa responder aos desafios impostos pelo incremento da produção e distribuição da corrente eléctrica no país, considera o Vice-ministro dos Recursos Minerais e Energia, Fernando Augusto Sousa.

Segundo o governante, o trabalho em curso vai igualmente permitir uma maior adesão aos projectos de produção e distribuição de energia e apostar na participação de todos os intervenientes no processo.

“Volvidos 20 anos, ainda que a lei de electricidade em vigor contemple a abertura do mercado, a sua implementação foi de certa forma tímida, pois, desde a sua aprovação, ao nível de produção de energia, tivemos poucas iniciativas”, disse, em entrevista à AIM.

Augusto Sousa disse que a revisão da Lei de Electricidade tomará em consideração o carvão mineral e o gás natural como recursos determinantes no desenvolvimento da área.

A nova proposta, de acordo com a fonte, traz algumas inovações, nomeadamente a simplificação do processo de autorização das actividades de fornecimento de energia eléctrica, participação dos concessionários na cadeia de aprovação de projectos dos grandes consumidores e estudos para avaliar e fomentar a utilização de fontes energéticas novas e renováveis.

“Queremos o enquadramento do potencial de energias renováveis e seu papel no aumento do acesso à energia eléctrica desde as mini-redes até aos sistemas isolados, tendo em conta o seu impacto na expansão da corrente eléctrica às áreas isoladas da rede”, afirmou.

Afirmou que Moçambique continua a ser um dos maiores exportadores de energia eléctrica na região, através da Hidroeléctrica de Cahora Bassa, infra-estrutura concebida para a geração de energia limpa, posição que se espera seja mais reforçada com a implementação de outros projectos em carteira.

“Com a energia da Cahora Bassa, o país continua a ser um dos maiores exportadores da região. E estamos a cimentar ainda mais a posição com a produção da Central Térmica da Gigawatt, Central Térmica de Kuvaninga, Central Térmica de Ressano Garcia, Central Solar de Mocuba e Centrais Térmicas de Pande e Temane, entre outras”, anotou.

Refira-se que no âmbito do aprimoramento dos instrumentos legislativos do sector, foi lançada, semana passada, a Estratégia Nacional de Energia, documento que prevê a expansão da corrente eléctrica para todos os moçambicanos até 2030.

A Sociedade Interbancária de Moçambique (SIMO) ainda não tem previsão de data para reposição do sistema, mas garante estar a trabalhar afincadamente, dia e noite, para que tal aconteça com a maior brevidade possível.

 A SIMO, a entidade responsável por garantir que as transacções electrónicas financeiras no país sejam feitas pelos bancos, através da utilização da mesma infra-estrutura, justifica o caos nas transacções electrónicas com uma chantagem do provedor, com escritórios em Portugal.

“Estamos a trabalhar afincadamente, dia e noite, para repor a disponibilidade deste sistema com a maior brevidade possível. Reconhecemos o constrangimento criado para os utilizadores, tanto nacionais como internacionais, com a indisponibilidade da SIMO Rede”, disse ontem a jornalistas, em Maputo, a Presidente do Conselho de Administração da SIMO, Gertrudes Tovela.

De acordo com Tovela, a interrupção, que ocorreu às primeiras horas de sexta-feira, já provocou incalculáveis prejuízos financeiros aos utentes e ao país, em geral, para além de ter originado um desconforto e retrocesso do sistema nacional de pagamentos, que já havia alcançado padrões de modernidade e eficiência elevados.

Tovela disse que  face à paragem deste bem público não é possível que os utilizadores dos cartões bancários nacionais e internacionais realizem as suas transacções  em ATM, POS,  nem que seja feita a interligação dos terminais de pagamentos com  moeda electrónica, na maioria dos bancos nacionais.

Segundo ela, em média são processadas com recurso à rede 465 mil transacções nacionais diárias; 14 mil internacionais, enquanto mensalmente o número se situa em 14 milhões e quatrocentos mil.

Questionada sobre a natureza da alegada chantagem do provedor que, segundo apurámos, trata-se da Biz First, Gertrudes Tovela afirmou que o mesmo tem vindo, de forma sistemática, a impor à SIMO um conjunto de condições insustentáveis para o uso do seu software.

“A SIMO pagou tudo o que está previsto no contrato antecipadamente para poder usar o software. É uma decisão difícil e inconcebível aceitar as condições que nos estão a ser impostas, mas, pior ainda, seria aceitá-las. Se um provedor tem a coragem de parar o sistema nacional, não é alguém que devemos continuar a lidar com ele, porque vai continuar a fazer estas chantagens que ferem com a soberania do Estado”, disse.

Questionada sobre o porquê de não se terem tomado medidas preventivas para evitar o colapso, a fonte  apontou questões contratuais, afirmando que “a nossa relação com o provedor está tão amarrada que outras soluções para mitigar o problema não tinham espaço”. “Por exemplo, uma das condições que ele coloca é que enquanto se estiver a usar a sua plataforma não se pode usar uma outra”, afirmou.

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