O PRESIDENTE da República recomenda os governos locais a intensificar a infra-estruturação da terra em zonas seguras para a construção de habitações e outros empreendimentos sociais.

Filipe Nyusi defende ainda que se deve prestar apoio técnico às famílias no quadro da auto-construção, reforçando a fiscalização das obras habitacionais, de modo a assegurar que sejam capazes de resistir mais aos eventos extremos da natureza, minimizando o risco de perda de vidas humanas e danos materiais.

O Chefe do Estado falava ontem no bairro de Zintava, distrito de Marracuene, província de Maputo, no acto de lançamento da primeira pedra para a construção de 1.840 apartamentos pelo Fundo para de Fomento da Habitação (FFH), em parceria com uma entidade privada. 

Na ocasião, o Presidente da República convidou os presentes a observarem um minuto de silêncio em memória das vítimas dos eventos naturais extremos que nas últimas semanas atingiram a região Centro do país, com particular gravidade nas cidades da Beira e Dondo, em Sofala.

Filipe Nyusi destacou a necessidade de as entidades de base privilegiarem a colaboração com o Governo central, através de cedência de terra favorável para a implantação de empreendimentos imobiliários.

“Como Governo central continuaremos a desempenhar o nosso papel regulador, facilitador e incentivador, através do planeamento e ordenamento do território, promoção de construção da habitação social e acesso à terra infra-estruturada”, explicou.

Acrescentou que o Executivo vai incentivar a produção e disponibilização de projectos modelo para construção de habitação, incidindo a sua intervenção nas zonas rurais com prioridade nas de maior densidade populacional e na assistência técnica, no uso de novas tecnologias e materiais de construção mais baratos e localmente disponíveis.

Os 1.840 apartamentos do tipo dois e três, em prédios de quatro andares, fazem parte de uma iniciativa denominada Habita Moçambique. Segundo projecções anunciadas na ocasião, os primeiros mil apartamentos deverão estar concluídos no prazo de um ano.

Armindo Munguambe, presidente do Conselho de Administração do FFH, disse que o projecto Zintava II, que oficialmente arrancou ontem, está orçado em 96 milhões de dólares norte-americanos a serem desembolsados pela empresa Construções Cooperação Moçambique China Limitada, parceira do negócio.

Há três mecanismos de acesso aos apartamentos, nomeadamente participação nos custos da construção, pronto pagamento no valor de quase 3.8 milhões para modelo T3 e cerca de 2.9 para T2. Há ainda o arrendamento com opção de compra, a mensalidades de 17 mil a 22 mil meticais, em 25 anos para os apartamentos T2 e T3, respectivamente.

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