Director: Júlio Manjate   ||  Director(a) Adjunto(a): 

Opinião

Politica

O Conselho Constitucional (CC) recomendou, esta semana, a necessidade urgente de se sistematizar e uniformizar a legislação eleitoral dispersa num código eleitoral, com vista a ...

sexta, 16 novembro 2018
Leia +

Nacional

Pouco mais de três milhões de meticais é o montante necessário para a montagem de uma unidade de produção semi-industrial de sabão, na base do ...

sexta, 16 novembro 2018
Leia +

Autárquicas 2018

O CONSELHO Constitucional (CC) validou hoje os resultados das eleições de 10 de Outubro em 52 conselhos autárquicos do país e anulou os de Marromeu, na província de ...

quarta, 14 novembro 2018
Leia +
Pub
SN

Desporto

A SELECÇÃO Nacional de Futebol está obrigada a vencer amanhã a Zâmbia, para continuar a alimentar esperanças de participar no CAN-2019, agendado para ...

sexta, 16 novembro 2018
Leia +

Economia

Mais de trinta representantes das empresas concessionárias da área de algodão no país encontram-se esta semana a participar, na cidade de Nampula, num seminário de ...

sexta, 16 novembro 2018
Read more

Tecnologias

O país precisa de mais médicos especializados na área de urologia para responder aos desafios impostos pelas doenças deste fórum e que constituem um grande peso ...

sexta, 16 novembro 2018
Leia +

NÃO é menos verdade que Samora Machel é um homem que está na memória de toda a gente, não só para a gente de nacionalidade moçambicana. Os seus ideais continuam ainda por serem realizados e ou implementados, embora tudo leve a crer que o rumo dos acontecimentos prossegue outros ditames. Samora Machel era um homem que quis um bem-estar verdadeiro para o seu povo, não nos moldes em que hoje se fala, que tudo apenas sonhamos, quando a realidade indica outro cenário.

Nos tempos que correm os políticos são mais ambiciosos, querem atingir o poder político sacrificando a maioria. A riqueza adquire-se com o trabalho árduo, e não com trampolins políticos. Por motivos profissionais, escalei locais não habituais. Pude ver a imensidão e a grandeza deste país. As pessoas digladiam, mas este país é tão grande que há espaço para todos. Lá nas bandas de Chókwè, os dirigentes públicos não quiseram meros espectadores às orientações presidenciais, homenageando Samora Machel. A ideia foi boa, o local foi bem escolhido, numa das artérias públicas e bem visível. Lá foi feita uma rotunda ou uma praceta. Tudo bem. Uma imagem lá se colocou, embora denotando que a cidade foi avassalada pelas últimas cheias. A cidade de Chókwè tornou-se poeirenta, contudo, ninguém arreda o pé, pois, não é com a morte do padre que a homilia termina, a vida continua, a reconstrução deve ser o enxugar das lágrimas.

Ora, o que julguei estranho é que aquela imagem está muito aquém de simbolizar o rosto de Samora Machel, quiçá, quem a moldou não tenha vista suficiente para entender que não se trata de algo que se pareça com o 1º Presidente de Moçambique pós-independência.

Não pretendo problematizar o que vi, mas não pode ser menos verdade que o que ali jaze como estátua, de nada tem a ver com a imagem e muito menos com o rosto de Samora Machel. Qualquer coisa não andou bem com a pessoa que a moldou. É verdade que alguém se mostrou satisfeito com o cumprimento da missão dada como cumprida, entretanto, quem conheceu Samora Machel, pode, facilmente, perceber que a imagem não é dele. Curiosamente, não sei se a família Machel nunca por ali passou, ou se sim, nunca prestou atenção. Não se trata de levantar polémica, nem mesmo de ridicularizar as pessoas que trataram da estátua, mas sim, dar o meu contributo, pois, conheci, fisicamente, Samora Machel. Penso que alguém de direito, ou mesmo a família do líder carismático, fizesse alguma observação, aliás, fiquei sem saber do que é que se tratava, se de busto ou se da estátua de Samora Machel.

Uma cara qualquer, uma imagem que ninguém sabe de quem, foi idealizada como a de Samora Machel. Até mesmo o meu colega Tininho, que eu pensava que estava metido nas suas cogitações por causa da longa viagem que íamos fazer, não se alheou de verificar e constatar que se tratava de uma estátua muito aquém da imagem daquele que foi o 1º presidente da República Popular de Moçambique. O melhor seria que alguém desse um outro jeito àquela estátua. Não estou metendo colher em prato alheio, mas o que é público merece uma observação pública. No meu pobre horizonte visual, o que está naquela praceta não simboliza Samora Machel. Alguém sonhou com uma figura humana e lá botou, porém, de pouco tem a ver com aquele senhor que todos nós o veneramos. 

 

Arlindo Oliveira

Template Settings

Color

For each color, the params below will give default values
Tomato Green Blue Cyan Dark_Red Dark_Blue

Body

Background Color
Text Color

Header

Background Color

Footer

Select menu
Google Font
Body Font-size
Body Font-family
Direction