Director: Júlio Manjate   ||  Directora Adjunta: Delfina Mugabe

PELO menos dois mil cães e gatos serão vacinados ao longo deste mês na cidade de Maputo, no âmbito de uma campanha de reforço da prevenção da raiva envolvendo o sector da agricultura e as clínicas veterinárias.

Ao todo, oito clínicas privadas e a Faculdade de Veterinária da Universidade Eduardo Mondlane (UEM) estão a receber doses de vacina para administrar gratuitamente aos animais. Algumas das clínicas envolvidas na campanha têm dado assistência nos bairros.

Trata-se de uma acção levada a cabo no mês de Setembro, no âmbito das celebrações do Dia Mundial da Luta contra a Raiva. No entanto, o aumento de casos de raiva humana, aliado à proliferação de cães sem dono, acelerou o arranque da vacinação de animais para Julho.

De Janeiro a Junho deste ano, 12 pessoas perderam a vida após serem atacadas por animais. As mortes resultam de 1689 casos de mordedura, na sua maioria por cães.

Para inverter o cenário, as autoridades veterinárias e de Saúde estão a escalar vários bairros de Maputo para vacinar animais, num processo em que se espera que sejam abrangidos mais de 13 mil até Dezembro.

Segundo Margarida Mussimbite, médica veterinária na direcção de Agricultura da cidade, brigadas móveis têm sido montadas nas sedes dos bairros ou locais com grandes aglomerados populacionais para permitir maior adesão ao processo.

“Nós disponibilizamos 500 doses de vacina para cada clínica veterinária com a qual trabalhamos, para que elas possam administrar a vacina gratuitamente. Algumas das clínicas têm feito vacinação nos bairros, acompanhados de técnicos da nossa direcção”, explicou.

Além da vacina para animais, a cidade dispõe de 680 doses de vacina anti-rábica para responder aos casos de mordedura animal por um período de três meses.

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O TRÂNSITO rodoviário na avenida Julius Nyerere e rua do Palmar, na cidade de Maputo, estará condicionado a partir da próxima semana, para dar lugar à abertura de uma vala de drenagem de águas pluviais.

 

 

A intervenção vai abranger também o troço entre a rua do Palmar e o Hospital Privado de Maputo.

 

 

No primeiro caso, a vala de drenagem deverá ser aberta ao longo da rua do Palmar, desde a zona do Hospital Privado de Maputo, desaguando nos semáforos na “Julius Nyerere”.

 

 

A intervenção terá a duração de três meses, período durante o qual os automobilistas são exortados a pautarem por uma circulação segura.

 

 

Segundo Viegas Monhonha, engenheiro da obra, o condicionamento do tráfico será parcial.

 

 

A fonte salientou que, para garantir uma indicação clara dos desvios junto da obra e uma circulação segura, será colocada a devida sinalização.

 

 

 

 

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O Governo está a mobilizar fundos para a construção de um centro distribuidor de água na vila de Marracuene, no quadro do projecto de expansão do sistema na área do Grande Maputo. Leia mais

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Pelomenos 104.6 milhões de meticais serão desembolsados pelo Município de Maputo no aluguer de equipamentos para a gestão de resíduos sólidos, na lixeira de Hulene, nos próximos 12 meses.

Os equipamentos, com destaque para bulldozers, pás escavadoras e compactadores, destinam-se à abertura de arruamentos, redução da altura do monte de lixo e outras operações de gestão diária dos resíduos acumulados e os recolhidos na urbe.

Com efeito, o município acaba de assinar dois contratos de aluguer de equipamentos com duas instituições privadas, nomeadamente a F&L, Lda. e a JRC Construções e Obras Públicas.

João Mucavele, director municipal de Gestão de Resíduos Sólidos Urbanos e Salubridade, esclareceu que os contratos são de um ano, renovável por igual período.

Disse ainda que as máquinas são para garantir o funcionamento da lixeira, enquanto se aguarda pela entrada em funcionamento do aterro de Matlhemele, na Matola, inicialmente previsto para meados do primeiro semestre.

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A CONSTRUÇÃO da Estação de Tratamento de Água (ETA) de Sábiè acaba de ser adjudicada ao empreiteiro, facto que marca um importante passo nas intenções do Governo de drenar água da Barragem de Corumana, na Moamba, para a região do Grande Maputo.

O empreendimento, que deverá ser entregue em Maio de 2020, foi confiado à China Henan International Corporation Group no valor de 35 milhões de dólares norte-americanos, desembolsados pelo Banco Mundial.

O ministro das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos considerou que as obras constituem um marco nos esforços de levar água para Maputo, uma vez lançada a conduta adutora, de cerca de 95 quilómetros, de Corumana a Machava.

Segundo João Osvaldo Machatine, que falava no lançamento da primeira pedra para a colocação de comportas na Barragem de Corumana, sobre o rio Incomáti, o projecto contempla outras componentes, como é o caso das estações de bombagem e tanques de controlo.

As obras vão gerar 450 postos de trabalho, com prioridade para os locais, conforme solicitação da administradora da Moamba, Guilhermina Kumaguelo.

O projecto arrancou oficialmente em Abril de 2016 e na altura contava apenas com o financiamento do Governo e do Banco Mundial, na ordem de 178 milhões de dólares. Posteriormente, entrou o Reino da Holanda, que está a desembolsar 20 milhões de euros para a construção dos centros distribuidores de Matlhemele, Guava e Matola-Gare. O investimento vai culminar com a ligação de 650 mil novos consumidores à rede pública de água até 2025.

O funcionamento deste sistema vai contar com uma disponibilidade de água de 1.240 milhões de metros cúbicos de água, resultado da instalação de comportas no descarregador de cheias, contra os actuais 720 milhões.

A opção por Corumana segue-se ao facto de a Barragem dos Pequenos Libombos, em Boane, ter esgotado a capacidade de entrega perante o aumento da demanda suscitada pelo crescimento populacional e empresas de grandes consumos.

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