Director: Júlio Manjate   ||  Director(a) Adjunto(a): 

AS obras da reconstrução da avenida Julius Nyerere, na cidade de Maputo, deveriam ser entregues até ao final deste mês, mas ao ritmo em que estão, o prazo será uma vez mais prorrogado, o que já se torna um ciclo.

Iniciados em 2011, os trabalhos tinham o seu fim previsto para o ano seguinte, o que falhou devido a uma conjugação de vários factores adversos. Desde então que a data da finalização da reconstrução e posterior abertura da via em toda a extensão vem sendo dilatada até este 2014.

Embora, no terreno não se vislumbrem garantias do empreiteiro, a Britalar Ar-Lindo, finalizar a obra, o ultimo pronunciamento do Conselho Municipal de Maputo reitera que até Fevereiro corrente os trabalhos serão concluídos.

Até ontem, só para dar uma ideia, as acções continuavam centralizados na limpeza do futuro piso da via. O canal de drenagem das águas pluviais avançou significativamente em direcção à Praça dos Combatentes, mas ainda não está concluído.

Após o falhanço de 2012, estendeu-se o prazo para Julho ou Agosto do ano passado, datas que, de acordo com o Conselho Municipal, foram posteriormente alteradas para Novembro devido à alegada demora de transferência de equipamentos de alguns serviços públicos como condutas de água e cabos de telecomunicações e/ou de energia eléctrica que atravessavam a zona da obra.

Em Dezembro, Victor Fonseca, então vereador de Infra-Estruturas no Conselho Municipal, disse que a sua instituição chegou ao entendimento com o empreiteiro, a Britalar Ar-Lindo, no sentido de se concluir a reconstrução até Fevereiro último.

Acrescentou que a prorrogação do prazo se deveu às chuvas registadas em Janeiro e que destruíram praticamente tudo que havia sido feito até então, o que exigiu um recomeço dos trabalhos.

O vereador Fonseca desmentiu as informações veiculadas, dando conta de que a lentidão se deve a falhas no desembolso de fundos destinados à obra.

Alias, o município garantiu ainda que mesmo as ameaças de falência da empresa-mãe, sedeada em Portugal, não afectariam a sua subsidiária moçambicana, tanto que nem recebeu todo o valor corresponde àquela obra.

A via, importante na ligação entre a zona do Museu e a parte norte da cidade, foi cortada pelas intensas chuvas de 2000, que abriram duas crateras. Desde Maio circula-se entre a Praça do Destacamento Feminino e o desvio para o Hospital Privado de Maputo e a Escola Portuguesa. A primeira cratera foi tapada, estando-se agora a trabalhar na segunda.

Orçado em cerca de 12.5 milhões de dólares norte-americanos, o projecto de reabilitação é financiado conjuntamente pelo Banco Mundial e Conselho Municipal da capital.

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