Director: Júlio Manjate   ||  Director(a) Adjunto(a): 

O ROUBO de materiais de construção e de equipamentos, bem como acidentes de viação estão a perturbar o decurso normal das obras da Estrada Circular de Maputo, que deve terminar dentro de seis meses.

Os fenómenos são apontados pelo empreiteiro, a China Road and Bridge Corporation (CRBC) Moçambique, que tinha agendado uma conferência de imprensa para a terça-feira, mas depois cancelada.

Entretanto, uma nota distribuída à Imprensa pela CRBC indica que a onda de roubos e sabotagens de materiais e de equipamentos ocorre em vários pontos do traçado da via. Estes actos, que põem em causa os prazos estabelecidos para a conclusão da obra, poderão estar a ser levados a cabo por moradores ao longo do traçado da infra-estrutura.

Por outro lado, o empreiteiro deplora o facto de já ocorrerem acidentes de viação em alguns troços da estrada, embora ainda em obras, o que é em parte é causado por desrespeito à sinalização temporária fixada.

Esperava-se que no briefing fosse abordado o arranque dos trabalhos na movimentada secção um, que parte do Centro de Conferências Joaquim Chissano a ponte da Costa do Sol. O tráfego naquele troço será brevemente feito numa única faixa.

Com 74 quilómetros de extensão, a Circular de Maputo vai ligar a capital e a cidade da Matola e o distrito de Marracuene.

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