Director: Júlio Manjate   ||  Director(a) Adjunto(a): 

FOI raptado a meio da tarde de ontem, em Maputo, o empresário moçambicano Momed Bachir Sulemane, proprietário do grupo MBS.

Um comunicado daquela organização empresarial recebido na nossa Redacção dá conta que o rapto foi protagonizado por um grupo de quatro indivíduos não identificados, que terão levado Momade Bachir à força pouco depois de estacionar a sua viatura no recinto do Maputo Shopping Centre, em frente à mesquita.

O comunicado refere que a Polícia fez-se de imediato ao local. Acrescenta que a família solicita ao Governo e às autoridades competentes todo o apoio para que a vítima regresse rapidamente ao seu convívio.

Entretanto, e segundo testemunhas que aceitaram falar na condição de anonimato, os malfeitores chegaram ao local por volta das 07.00 horas da manhã fazendo-se transportar numa viatura da marca Prado. Estacionaram-na junto ao portão que dá acesso à mesquita e ainda fizeram questão de solicitar aos polidores ali em serviço para a lavarem, enquanto faziam um compasso de espera para entrarem em acção.

Quando o relógio indicava cerca das 12.30 horas, e numa altura em que Bachir saía da sua habitual oração, eis que é surpreendido pelo bando que, usando uma arma do tipo AKM e uma pistola, obrigaram-no a entrar na viatura, tendo-se posto em fuga a alta velocidade e sem deixar pistas.

De acordo com fontes que temos vindo a citar, Bachir tinha estado apenas 30 minutos na mesquita em oração. Aliás, durante este tempo e por ser um espaço de fácil acesso por qualquer crente, um dos sequestradores terá entrado e fingir estar, também, em oração, quando, na verdade, estava a controlar os movimentos da vítima.

“Quando os criminosos tiraram as armas, os seguranças do patrão (Bachir) não reagiram porque não estavam armados. Ele foi levado sob o olhar impávido de outros crentes com quem se despedia no portão. Esta situação abalou-nos bastante porque nada fazia prever esse cenário” – disse um dos funcionários do Grupo MBS que testemunhou o rapto.
Entretanto, o Vice-Ministro dos Negócios Estrangeiros e Cooperação Henrique Banze reconheceu que a criminalidade em Moçambique é um desafio a ser enfrentado por toda a sociedade.

Interpelado por jornalistas para reagir ao sequestro de Bachir, Henrique Banze disse que todos devem ficar vigilantes e colaborar com as autoridades, não ficando à espera apenas da actuação ou não dos agentes da Polícia. “Temos de começar a trabalhar as nossas mentes para que elas estejam em paz”, frisou, realçando que as autoridades governamentais se irão pronunciar sobre este caso em momento oportuno.

 

 

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