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Categoria: Capital
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Os agricultores da cidade e província de Maputo reclamam a falta de orientação técnica no uso de pesticidas para o combate de pragas e doenças que atacam as suas culturas, o que faz com que cada um use os produtos de acordo com os seus conhecimentos.

No entanto, segundo escreve o “domingo”, o Ministério da Agricultura e Segurança Alimentar (MASA) assegura que há equipas multissectoriais que trabalham directamente com os agricultores para sensibilizá-los sobre o uso correcto dos produtos químicos na machamba.

No mês passado, duas crianças perderam a vida na província do Maputo, por intoxicação alimentar, supostamente causada pelo consumo de couve que acabava de ser pulverizada. Na senda desse acontecimento, o “domingo” conversou com os agricultores do vale do Infulene e do bairro de Albazine, arredores da capital moçambicana, para se inteirar das suas actividades.

As autoridades sanitárias alertam que o consumo de alimentos contaminados com produtos químicos representa um risco para a saúde humana, sendo que a enfermidade mais frequente é o cancro.

Neste momento, a insegurança é tal que os produtores se vêem na contingência de ter de mastigar folhas cruas para provar aos clientes que a couve está livre de produtos químicos.
No local, os agricultores denunciaram que não há orientação técnica das direcções de Agricultura e Segurança Alimentar sobre o uso de produtos químicos. A quantidade de pesticidas a aplicar depende de cada um e varia tendo em conta a dimensão da machamba.