O CICLONE tropical Idai, que desde a noite de ontem fustiga a zona centro do país, provocou o corte no fornecimento de electricidade, derrubou várias infra-estruturas, incluindo residências e torres de telecomunicação, na cidade da Beira.

As árvores também não escaparam à fúria dos ventos, com velocidade que oscilavam entre 190 e 210 km/h, conforme o Instituto Nacional de Meteorologia.

Vários bairros da urbe continuam esta manhã sem energia eléctrica, numa altura em que chove torrencialmente para o desespero dos moradores que temem o pior.

“Até temos medo de como ficar aí.  Estamos mal, nem para cozinhar para comer”, disse uma moradora da cidade da Beira, citada pela Rádio Moçambique.

Até às primeiras horas da manhã de hoje, o Hospital Central da Beira não tinha recebido nenhum paciente com ferimentos resultantes do ciclone tropical, segundo o director desta unidade sanitária, Nelson Mucopo.

As autoridades locais poderão pronunciar-se na tarde de hoje sobre os estragos causados pelo ciclone.

De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INAM), a zona do primeiro contacto do ciclone com o continente foi entre as cidades da Beira e Dondo, com chuvas e ventos fortes em Sofala e Manica, bem como nos distritos do sul e centro da Zambézia, e do norte de Inhambane, nomeadamente Govuro, Inhassoro, Vilankulo e Massinga.

O mau tempo atinge ainda Tete, concretamente Changara, Mutarara, Doa, Marara, Cahora Bassa, Moatize, Chiúta e a cidade capital. Prevê-se ainda ventos e chuvas moderadas a norte do Niassa, Cabo Delgado e Tete.

(Notícias/RM)

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