Director: Júlio Manjate   ||  Directora Adjunta: Delfina Mugabe

O Banco de Moçambique (BM) e o Conselho Municipal da Cidade de Maputo (CMCM) assinaram, ontem, um acordo de parceria para a construção de um silo automóvel.

Um comunicado do Banco de Moçambique, a que a AIM teve acesso, explica que se trata de uma adenda e enquadra-se no acordo de parceria celebrado pelas duas instituições a 30 de Maio de 2008, destinado à construção de um silo automóvel e escritórios na baixa da cidade de Maputo, que seriam partilhados pelas duas instituições.

O Governador do Banco de Moçambique, Rogério Zandamela, disse, na ocasião, que o evento “testemunha a cooperação existente entre as duas instituições e reforça a parceria estratégica visando prosseguir os trabalhos de construção de um edifício para albergar o Balcão do Munícipe, o stand da rifa do Desportivo e o respectivo parque de estacionamento”.

Para o Banco de Moçambique, na qualidade de financiador, segundo Zandamela, a construção deste empreendimento é importante para criar condições seguras e condignas destinadas ao parqueamento e prestação de serviços aos munícipes da capital.

Por seu turno, o Presidente do Conselho Municipal da Cidade de Maputo, David Simango, disse esperar que o acordo assinado viabilize os interesses das partes e melhore a qualidade dos serviços prestados na urbe que dirige.

De referir que, a 21 de Dezembro de 2015, as partes celebraram a primeira adenda que preconiza a não partilha de instalações, de modo a salvaguardar padrões de segurança próprios de um Banco Central. Nesta adenda, as duas entidades acordaram construir o Balcão do Munícipe e o stand da rifa do Desportivo num outro local, a ser indicado pela entidade municipal, com a comparticipação financeira do Banco de Moçambique.

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O Ministro dos Transportes e Comunicações, Carlos Mesquita, disse que Admira António, primeira comandante de aeronaves comerciais, serve de inspiração para as mulheres que pretendem seguir a carreira da aviação civil.

Falando ontem, em Maputo, na cerimónia de condecoração da primeira comandante de aeronaves comerciais no país, Mesquita acrescentou que a homenagem a Admira António é extensiva a toda mulher emancipada que, em diversas frentes, tem dado o seu contributo para o desenvolvimento do vasto Moçambique.

“A Admira deve servir de inspiração para as jovens que pretendem seguir a carreira da Aviação Civil”, disse, ressalvando que “ela acreditou nas suas capacidades e competências e ombreou lado a lado com os seus colegas e hoje está a colher os frutos da sua dedicação”.

Na ocasião, ele referiu que o país precisa de continuar a encorajar as mulheres a apostarem na aeronáutica.

“Estatísticas sobre a participação da mulher neste ramo lançam um enorme desafio. De um universo de 147 pilotos profissionais, 6 por cento são mulheres. Situação mais preocupante verifica-se na manutenção, onde, por exemplo, na categoria de mecânicos aeronáuticos, em que há um universo de 74 profissionais, apenas cerca de 3 por cento são mulheres”.

Disse que a profissão de oficiais de operações de voo apresenta-se com índices onde a participação da mulher é mais encorajadora. “O país conta com 28 oficiais de operações, dos quais cerca de 36% são mulheres.”

Segundo a AIM, Admira António manifestou, na ocasião, a sua felicidade por ter alcançado o nível. “Estou muito bem e isso é fruto de muito esforço”, pronunciou-se.

Admira está a comandar a aeronave do tipo Embraer 145, da MEX-Moçambique Expresso, subsidiária da LAM.

A comandante teve um excelente desempenho profissional e mais de 3500 horas de voo necessárias para se habilitar a concorrer para comandante, o que deu ainda consistência à possibilidade de uma mulher moçambicana ser comandante de aeronave.

Admira frequentou o curso de piloto da Linha Aérea de Aeroplanos (PLAA) em 2017, pela academia sul-africana “43 Air School” e fez a especialização de comando na SIM AERO TRAINING. Ela realizou o treino de linha no avião e foi aprovada como comandante no dia 16 de Junho deste ano.

A comandante iniciou-se na pilotagem em 2011 e frequentou o curso de aviação na Lanserie Flight Centre, da áfrica do Sul, onde fez as primeiras 35 horas de voo. Em 2012 integrou o grupo de cadetes da MEX, onde participou no curso para pilotos particulares de aeroplanos, tendo somado mais 26 horas de voo.

Em 2013, fez a especialização Type Rating, em França, para pilotar aeronaves do tipo Embraer 145, na qualidade de co-piloto.

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A Inspecção Nacional de Actividades Económicas (INAE) manifesta preocupação com uma série de irregularidades detectadas em várias escolas privadas, particularmente as que leccionam com currículo estrangeiro.

A INAE expressou preocupação numa conferência de imprensa havida ontem, em Maputo, e que tinha por objectivo partilhar os desenvolvimentos registados nos últimos 15 dias.

O porta-voz da INAE, Ali Mussa, disse que “foram constatadas várias irregularidades, desde problemas de asseio e limpeza, à falta de fixação de preços relacionados com propinas e outras taxas que são cobradas nessas escolas”.

Outras irregularidades incluem a falta de uniforme para os trabalhadores. “Em algumas escolas que têm cantinas constatamos a venda de produtos em péssimas condições, bem como a sua preparação”.
As casas de banho também apresentam graves problemas que carecem de uma reabilitação profunda, razão pela qual seria importante que fossem encerradas.

Durante o mesmo período, a INAE fiscalizou 261 unidades económicas, tendo feito advertências na sequência das anomalias registadas.

O porta-voz da INAE disse que a instituição recebeu várias reclamações e denúncias, particularmente sobre o funcionamento irregular da portagem de Maputo, localizada ao longo da Estrada Nacional Número 4 (EN4).

A fonte explicou que as reclamações surgem devido ao funcionamento incorrecto do sistema de passagem via e-tag.

Um dos motoristas que denunciou a irregularidade à INAE disse que várias vezes foi impedido de passar com a informação de que o saldo era negativo.

“Mas, nas contas que ele faz, ainda havia saldo suficiente e que ainda havia de lhe permitir a passagem. É uma matéria que ainda estamos a trabalhar nela para podermos encontrar soluções junto de outras instituições que também têm a ver com esta questão”, disse Mussa.

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