Director: Júlio Manjate   ||  Director(a) Adjunto(a): 

A tranquilidade pública está de regresso ao bairro de Nampaco, arredores da cidade de Nampula. O facto deve-se à entrada em funcionamento de um posto policial, há muito reclamado pelos residentes.

A nossa reportagem esteve recentemente no local, onde colheu o sentimento de alguns moradores, os quais afirmaram que, antes da entrada em funcionamento do posto policial naquele bairro em expansão, vivia-se um clima de medo devido aos assaltos frequentes a residenciais e na via pública.

Este cenário, de acordo com as fontes, estava directamente relacionado com a falta de patrulhamento, ainda que comunitário, e falta de uma unidade policial para garantia da ordem e tranquilidade pública.

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A cidade de Nampula regista, de há uns tempos a esta parte, um abate indiscriminado de acácias e a consequente degradação do meio ambiente, tudo na procura de espaços para a construção, igualmente, desordenada de infra-estruturas para fins diversos, sobretudo comerciais.

A situação, que constitui um atentado ao meio ambiente urbano, está a atingir contornos preocupantes. Se se tiver em conta com a mesma ocorre ante o olhar cúmplice de quem por direito devia impedir. 

Relatam os munícipes da terceira maior cidade do país que hoje em dia pode caminhar-se por diversas ruas e avenidas da urbe sem poder encontrar uma sombra, tudo por conta da destruição indiscriminada da vegetação.

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Sim. A luta é mesmo renhida entre vivos e mortos no campo santo de Muahivire, na cidade de Nampula. É que a exiguidade de espaço faz com que famílias “invadam” quintais contíguos ao cemitério para a sepultura dos seus entes queridos. A linha de fronteira entre o recinto sepulcral e a zona habitacional é simplesmente imaginária, o que faz com que vivos e mortos coabitem na mesma área.

Aliás, no interior do cemitério abriram-se caminhos que facilitam a circulação de pessoas residentes nas imediações, incluindo crianças nas suas deslocações matinais ou vespertinas para a escola ou para outros lugares, incluindo para a sua diversão. Tudo isto ocorre dentro de uma normalidade tal que nos leva a uma indignação sobre a moral da sociedade.

As autoridades municipais assistem impávidas e serenas e até, quem sabe, com certa cumplicidade a este espectáculo que, apesar de gratuito, é bastante triste.

Nos seus tempos livres os menores misturam-se com as sepulturas, umas jogando a bola e outras caçando passarinhos. Outras ainda jogando ao baralho de cartas, muito alheias ao desconforto. Famílias há que usam o cemitério para a pastagem do gado, sobretudo caprino. O galináceo encontra nas ruínas esconderijo para a construção dos seus ninhos, postura de ovos, encubação e consequente protecção das crias.

Toda esta miscelânea ocorre devido à falta de vedação entre o cemitério e a área residencial. O campo santo não dispõe de mais espaço para acolher mais funerais, o que faz com que não raras vezes se faça uma sepultura por cima da outra, sem obediência das regras estabelecidas para o efeito. É mesmo caso para dizer que naquele espaço vive-se numa imoralidade sem igual, devendo as autoridades municipais tomar medidas para travar o mal.

 

 

ADD//

Vamos tomar medidas

 

Confrontado com os factos, o vereador de Salubridade, Higiene e Gestão Funerária no Conselho Municipal da Cidade de Nampula, Abudo Ali, prometeu deslocar-se ao cemitério para se certificar da ocorrência e posteriormente estudar os mecanismos para estancar a desordem.

Afirmou que caso se confirme a falta de espaço para a realização de novos funerais o cemitério poderá ser encerrado, como medida para travar todo o tipo de perigo que representa a luta entre vivos e mortos naquele local.

“Se o cemitério estiver cheio vamos identificar outro espaço para que as pessoas possam realizar as suas cerimónias fúnebres de forma mais humana e condigna e para que não submetamos os nossos filhos a viverem naquela anormalidade”, disse Ali.

A cidade de Nampula, com cerca de 750 mil habitantes, possui apenas um cemitério municipal em funcionamento, depois do encerramento de outros dois por falta de espaço. A maior parte das famílias usa os chamados cemitérios comunitários para sepultar seus entes queridos.

São cemitérios que muitas vezes se localizam próximo a áreas residenciais, tal como é o caso do de Muahivire.

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