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A VENDA de combustível fora do circuito normal está a ganhar forma na cidade de Nampula. Um pouco por todas as esquinas da urbe vêem-se pequenas bancas vendendo gasolina, gasóleo e outros lubrificantes, o que para além de arrepiar a postura urbana e urbanística coloca em perigo a vida de qualquer transeunte.

Enquanto isso, a Direcção Provincial dos Recursos Minerais e Energia diz-se consciente dos perigos que tal facto representa quer para a vida dos citadinos como para a dos próprios veículos, uma vez que o produto comercializado naquelas condições perde as propriedades características e promete agir no sentido de estancar o mal.

Muito recentemente os “Soldados da Paz” (Serviço Nacional de Salvação Pública) foram chamados a debelar um incêndio que deflagrou em plena cidade de Nampula, mais concretamente no bairro Napipine, junto à empresa Petromoc, em resultado da venda desregrada de combustíveis.

“O combustível estava conservado em condições impróprias, o que causou o incêndio, com os danos avultados daí decorrentes”, contou Adelto Cumbana, inspector-chefe provincial dos Recursos Minerais e Energia de Nampula.

A fonte explicou que a sua instituição não tolera tal actividade e prometeu intensificar as campanhas com vista não só a recolher o produto como também a desencorajar esta prática, nociva para a cidade e seus habitantes.

Cumbana disse acreditar que o combustível comercializado em várias ruas e esquinas da cidade é adquirido por via de esquemas sofisticados que podem, em certos casos, envolver algumas hierarquias. Referiu que algumas campanhas já realizadas resultaram na apreensão de quantidades significativas do produto mas nem com isso o negócio terminou.

“O que assistimos na cidade é que volvidas algumas semanas após a operação desencadeada, o comércio ilegal de combustíveis voltou a tomar de assalto as principais ruas e avenidas de Nampula, para o nosso desconforto”, queixou-se, explicando que qualquer operação que possa ser feita peca por ser em campanha.

“Eu penso que a nossa actividade devia ser permanente, mas a exiguidade de meios não nos permite que isso ocorra. Logo, abre-se espaço para que no final de cada campanha os infractores retomem as suas actividades”, lamentou.

A fonte disse que em resultado da campanha realizada ao longo do primeiro trimestre deste ano foi possível a apreensão de 485 litros de combustíveis comercializados de qualquer maneira, mas semanas depois os ilegais estavam de novo nas principais ruas e avenidas da cidade e, não raras vezes, nalguns bairros do interior da cidade.

Rahaia Jamal

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