Director: Júlio Manjate   ||  Directora Adjunta: Delfina Mugabe

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O GOVERNO está a mobilizar fundos para a construção de um centro distribuidor de água na vila de Marracuene, no quadro do projecto de expansão do sistema na área do Grande Maputo.

Entretanto, está assegurado o financiamento de uma infra-estrutura do género na Matola-Gare, esperando-se que o concurso de empreitada seja lançado até Novembro, de acordo com o Fundo de Investimento e Património do Abastecimento de Água (FIPAG).

Os dois centros distribuidores inserem-se no projecto de reforço do abastecimento de água ao Grande Maputo, a partir da Barragem de Corumana, que inclui a montagem de uma conduta adutora até Machava, bem como a construção de uma estação de tratamento no Sábiè.

Sérgio Cavadias, chefe do gabinete de implementação do projecto no FIPAG, disse que o centro distribuidor da Matola-Gare está incluso nos 20 milhões de euros disponibilizados pela Holanda e que contemplam a construção da unidade de Matlemele e de Guava, já em obras.

Neste sentido, os esforços são de angariação de fundos para o de Marracuene, cujas obras deverão arrancar em breve.  

Com a conclusão das obras de Matlemele e Guava, daqui a 15 meses, perto de 466 mil habitantes de Matola, Maputo e do distrito de Marracuene terão água da rede pública.

Segundo dados apurados pelo “Notícias”, o centro distribuidor de Matlemele vai servir os bairros da Zona Verde, Ndlavela, 1.º de Maio, Km 15 e Nkobe, enquanto o de Guava vai levar água para os moradores dos bairros da Costa do Sol, Albasine, Magoanine “A”, “B” e “C” e Muntanhana, áreas actualmente servidas por pequenos sistemas operados por privados.

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Pelomenos 104.6 milhões de meticais serão desembolsados pelo Município de Maputo no aluguer de equipamentos para a gestão de resíduos sólidos, na lixeira de Hulene, nos próximos 12 meses.

Os equipamentos, com destaque para bulldozers, pás escavadoras e compactadores, destinam-se à abertura de arruamentos, redução da altura do monte de lixo e outras operações de gestão diária dos resíduos acumulados e os recolhidos na urbe.

Com efeito, o município acaba de assinar dois contratos de aluguer de equipamentos com duas instituições privadas, nomeadamente a F&L, Lda. e a JRC Construções e Obras Públicas.

João Mucavele, director municipal de Gestão de Resíduos Sólidos Urbanos e Salubridade, esclareceu que os contratos são de um ano, renovável por igual período.

Disse ainda que as máquinas são para garantir o funcionamento da lixeira, enquanto se aguarda pela entrada em funcionamento do aterro de Matlhemele, na Matola, inicialmente previsto para meados do primeiro semestre.

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A CONSTRUÇÃO da Estação de Tratamento de Água (ETA) de Sábiè acaba de ser adjudicada ao empreiteiro, facto que marca um importante passo nas intenções do Governo de drenar água da Barragem de Corumana, na Moamba, para a região do Grande Maputo.

O empreendimento, que deverá ser entregue em Maio de 2020, foi confiado à China Henan International Corporation Group no valor de 35 milhões de dólares norte-americanos, desembolsados pelo Banco Mundial.

O ministro das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos considerou que as obras constituem um marco nos esforços de levar água para Maputo, uma vez lançada a conduta adutora, de cerca de 95 quilómetros, de Corumana a Machava.

Segundo João Osvaldo Machatine, que falava no lançamento da primeira pedra para a colocação de comportas na Barragem de Corumana, sobre o rio Incomáti, o projecto contempla outras componentes, como é o caso das estações de bombagem e tanques de controlo.

As obras vão gerar 450 postos de trabalho, com prioridade para os locais, conforme solicitação da administradora da Moamba, Guilhermina Kumaguelo.

O projecto arrancou oficialmente em Abril de 2016 e na altura contava apenas com o financiamento do Governo e do Banco Mundial, na ordem de 178 milhões de dólares. Posteriormente, entrou o Reino da Holanda, que está a desembolsar 20 milhões de euros para a construção dos centros distribuidores de Matlhemele, Guava e Matola-Gare. O investimento vai culminar com a ligação de 650 mil novos consumidores à rede pública de água até 2025.

O funcionamento deste sistema vai contar com uma disponibilidade de água de 1.240 milhões de metros cúbicos de água, resultado da instalação de comportas no descarregador de cheias, contra os actuais 720 milhões.

A opção por Corumana segue-se ao facto de a Barragem dos Pequenos Libombos, em Boane, ter esgotado a capacidade de entrega perante o aumento da demanda suscitada pelo crescimento populacional e empresas de grandes consumos.

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ObairroSommerschield, no distrito municipal KaMpfumu, conta desde sexta-feira com uma nova secretaria que vai permitir melhores condições de atendimento aos residentes.

A infra-estrutura, avaliada em 3.2 milhões de meticais,é constituída por uma recepção, um gabinete do secretário, sala de reuniões e um sanitário.

Arão Tembe, secretário do bairro, não escondeu a sua satisfação ao contemplar a inauguração da secretaria, que antes funcionava numa garagem. Por isso, era impossível guardar os documentos de forma segura e atender devidamente as preocupações dos moradores.

Na ocasião, agradeceu ao edil da cidade, David Simango e à vereadora distrital, Carolina Chemane, por terem cumprido a promessa de erguer ainfra-estrutura,que vaibeneficiar os 6.696moradores daSommerschield, Coop e Polana Cimento “A” e “B”.

A vereadora distrital, Carolina Chemane, comprometeu-se a fazer a monitoria permanente do empreendimento para que este tenha uma vida longa.

O presidente do Conselho Municipal da Cidade de Maputo, David Simango, indicou que a nova sede significa uma casa para os moradores, que doravante passam a ter onde expor e ver resolvidas as suas inquietações.

 

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ARRANCA hoje o desassoreamento e limpeza dos cerca de oito quilómetros do canal de Mulaúze, facto que é visto pelos produtores como um estímulo para o incremento da produção de hortícolas.

O empreiteiro encarregue de executar os trabalhos deverá, igualmente, reabilitar e melhorar as comportas e pontecas para permitir um melhor controlo do fluxo de água e o trânsito de pessoas e bens, respectivamente.

Orçadas em cerca de 20 milhões de meticais, as obras são financiadas pelo Governo da Província de Maputo, através da Direcção da Agricultura e Segurança Alimentar, e terão a duração de noventa dias.

Carla Albino, representante da Direcção da Agricultura e Segurança Alimentar, disse que a vala serve a cerca de 3800 pessoas, de 13 associações agrícolas.

A intervenção, tal como indicou a fonte, é um trabalho de rotina, sendo que acontece de dois em dois anos. Geralmente, a intervenção é feita antes da época chuvosa, para evitar inundações.

“Estamos a aproximar da época chuvosa, por isso esperamos que o empreiteiro cumpra rigorosamente com os prazos”, disse.

Fernando Parruque, representante dos camponeses, disse que com esta intervenção os membros das associações estão mais motivados para a prática da agricultura.

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