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A epilepsia é uma doença caracterizada por crises convulsivas repetidas causadas por mau funcionamento cerebral devido a descarga eléctrica anormal, de duração e intensidade variável, que vão desde episódios de curta duração e praticamente imperceptíveis até longos períodos de agitação vigorosa.

Em epilepsia os ataques tendem a ser recorrentes e a não ter uma causa subjacente definida, enquanto que os ataques que ocorrem devido a uma causa específica não são considerados representativos desta doença.

 Em Moçambique a epilepsia é a primeira causa de procura nos serviços de psiquiatria e de consultas de neurologia. Segundo a Organização Mundial da Saúde, OMS, mais de 50 milhões de pessoas no mundo sofrem de epilepsia. A desordem crónica no cérebro causa convulsões e pode afectar pessoas de todas as idades.

Na maior parte dos casos de epilepsia desconhece-se a origem da doença, embora algumas pessoas desenvolvam epilepsia posteriormente a complicações durante o parto, infecções cerebrais, meningite (inflamação das membranas que envolvem o cérebro), encefalite (são infecções agudas do encéfalo), malária cerebral, tuberculose, HIV/SIDA, sífilis, acidente vascular cerebral, traumatismo no crânio e problemas de natureza genética.

Sintomas

As características das convulsões variam dependendo da área do cérebro na qual o distúrbio começa e como se propaga. Sintomas temporários podem ocorrer, com convulsões:

Perda de consciência, movimentos convulsivos (tremores involuntários do corpo), incontinência urinária e fecal (perder urina e fezes), mordedura da língua e espumar pela boca.

Sem convulsões:

·         Olhar parado, não conseguir responder durante um período;

·         Deixar cair objectos sem se aperceber.

 A maioria das pessoas com epilepsia aparenta levar uma vida normal mas o risco de ataques epilépticos limita a sua independência. A maioria dos ataques epilépticos não causa lesão cerebral. É normal que pessoas com epilepsia, especialmente crianças, desenvolvam problemas emocionais e de comportamento.

A maioria das mulheres com epilepsia pode engravidar mas deve discutir com o médico sobre sua doença e medicamentos tomados. Mulheres com epilepsia têm uma chance acima de 90 por cento de ter um bebé saudável.

Situações de crises convulsivas

Perante uma pessoa que está a ter crises convulsivas é necessário:

·         Manter a calma e tranquilizar quem esteja por perto;

·         Colocar a pessoa deitada de lado ou de barriga para baixo a fim de facilitar a respiração e prevenir a aspiração (engolir) de secreções e vómito;

·         Afastar objectos duros ou cortantes e desapertar as roupas em torno do pescoço e peito,

·         Colocar um objecto macio para servir de almofada na cabeça (um casaco ou uma capulana dobrada);

·         Não dar de beber nem de comer nessa altura, pelo perigo de os líquidos/alimentos seguirem as vias respiratórias e matarem, eventualmente, o doente;

·         Pôr um pano ou pau na boca do doente, para evitar que morda a língua;

·         Logo que o ataque epiléptico termina, levar o doente à unidade sanitária mais próxima para receber tratamento.

 

O tratamento da Epilepsia

A epilepsia tem tratamento que permite o controlo dos ataques com medicação em cerca de 70 por cento dos casos, mas não tem cura. Em pessoas cujo a medicação não responde aos ataques, pode-se considerar a hipótese de alterações na dieta ou cirurgiade neuro estimulação. O importante é fazer as consultas médicas e tomar, regularmente, os medicamentos prescritos pelo profissional de saúde ou médico. O tratamento é para toda a vida.

A epilepsia não é transmissível, por isso, ninguém deve ter medo de prestar ajuda a um epiléptico.

  Fonte : MISAU

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