Director: Júlio Manjate   ||  Directora Adjunta: Delfina Mugabe

A CROÁCIA venceu a Inglaterra (2-1) nas meias-finais do “Mundial” 2018. A Inglaterra entrou melhor no partida, com Kieran Tripper (5 min) a colocar os ingleses em vantagem por intermédio de um livre directo. Perisic (67) obrigou o jogo a ir ao prolongamento, onde Mandzukic (109) selou a vitória final.

A Croácia consegue assim superar o feito de 1998 e vai estar presente pela primeira vez na final de um Campeonato do Mundo. Já a Inglaterra volta a defrontar a Bélgica no jogo de apuramento do 3.º e 4º lugares. Independentemente de tudo, a Croácia já fez história. Passar todas as eliminatórias depois dos noventa minutos regulamentares não é para qualquer um.

Para a Inglaterra, fica a quarta meia-final perdida de forma consecutiva após a glória de 1966. O futebol também regressará a casa depois de uma participação britânica que surpreendeu tudo e todos.

Quanto ao jogo, talvez por estar mais fresca do que o próprio adversário, que foi obrigado a dois desempates por grandes penalidades, a Inglaterra entrou na partida com outra fluidez, demonstrando mais qualidade na posse e uma capacidade poucas vezes anulada pelos croatas em acelerar o jogo no último terço. Apesar do domínio territorial, a sorte grande voltou a sair na bola parada, com Trippier a colocar a bola na gaveta de Subasic. 

Em desvantagem no marcador, a Croácia demorou algum tempo a esboçar qualquer tipo de reacção, demonstrando alguns problemas na construção do seu jogo ofensivo. Perisic ainda tentou um par de remates, que não chegaram a assustar Pickford, mas a Inglaterra, além de se apresentar mais confortável em todos os momentos do jogo, era uma ameaça sempre que colocava velocidade no último terço, com Sterling a surgir perigoso e sempre pronto a surpreender a organização croata. al bem

Até ao final da etapa inicial do jogo, as fragilidades croatas vieram ao de cima, com mérito inglês. A turma de Souhgate voltou a mostrar-se sólida em todos os sectores, não permitindo que os maiores talentos da selecção de Leste pudessem explanar as suas ideias - Modric teve bola, mas só nas zonas ditadas pela pressão britânica. Kane ainda atirou ao poste, num lance anulado pelo auxiliar, mas o intervalo chegou sem mais nada a acrescentar.

Depois de uma primeira parte em que as coisas não correram francamente bem, a Croácia iniciou a etapa complementar com outra capacidade no processo ofensivo. É certo que a Inglaterra, e em particular Walker (pelo defesa do City não passou rigorosamente nada), controlavam o domínio croata até um certo ponto, mas pressentia-se que a capacidade criativa dos britânicos ia decrescendo. Um risco, portanto, tendo em conta o marcador. 

E o risco provou-se fatal para os comandados de Southgate... Sem grande controlo da bola e, consequentemente, do jogo, os ingleses recuaram no terreno e permitiram que o carrossel croata funcionasse. Com espaço, a equipa de Modric tem talento para muito, e foi Perisic o protagonista dessa avalanche croata, com um golo de belo efeito a coroar a reacção. Pouco depois, tremedeira britânica a vir ao de cima e o mesmo jogador, com menos sorte - o poste foi o maior dos aliados, nesse momento.

Com mais um prolongamento nas pernas, a Croácia fintou a lógica e apresentou-se como a melhor equipa (com alguma distância) nos 30 minutos finais. Com Modric e Rakitic a guardarem a bola no bolso, os croatas forçaram o segundo golo de uma forma mais inteligente, pertencendo a Mandzukic o papel de herói, depois do adormecimento geral da defensiva britânica.

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