Director: Júlio Manjate   ||  Director(a) Adjunto(a): 

O MAXAQUENE foi ontem ao Estádio da Machava sacrificar o rival Ferroviário de Maputo, por 3-1, apurando-se, por conseguinte, à fase nacional da Taça de Moçambique, em futebol.

Sob pressão no campeonato nacional, os "tricolores" passearam a classe num terreno habituados a vencer. Noutro desafio, Académica afastou 1 de Maio, por 2-1. "Tricolores" e " estudantes" juntam se, em representação da Cidade de Maputo, ao Costa do Sol, Desportivo e Liga Desportiva.

Entretanto, a nível da província do Maputo, o Incomati foi surpreendido em Xinavane, pelo Clube da Manhiça, perdendo por 5-4 na marcação de grandes penalidades, depois do empate a um golo no final dos 90 minutos. Noutra partida, Ngomane FC eliminou Desportivo da Matola, por 1-0.
O JOGO


Quando Mutong marcou o terceiro golo dos "tricolores" no regresso do intervalo, toda família "locomotiva", incluindo vizinhos, conformou-se com a superioridade do adversário, de tal sorte que, por eles, o jogo podia ter terminado por ali.
Mas havia muito por jogar. Melhor: por sofrer, porque em todos 90 minutos os adeptos da casa sofreram e a bem sofrer.
Em desespero, o Ferroviário ignorou tudo o que eventualmente preparou para o desafio e jogou de forma incaracterística, como de resto o fez na primeira parte.
O Maxaquene, esse, esteve sereno e os seus jogadores circulavam a bola à vontade, e por várias vezes remataram com facilidade, pelo que uma vitória com outros números não seria qualquer escândalo, sobretudo pelo domínio evidenciado na segunda parte.


Depois duma entrada destemida no jogo, cedo o Ferroviário foi avisado que teria de fazer algo de extraordinário para vencer o duelo, porque Antoninho Muchanga manteve-se fiel ao seu modelo de jogo de forçar o ataque e defender em bloco.
Numa altura que a bola circulava mais na zona intermediária, João é solicitado entre os defesas adversários, dribla Jeitoso e Nelson e atira para o primeiro golo. Estavam jogados 18 minutos.


Cinco minutos depois, antes de fazer algo de jeito para o merecer, o Ferroviário empatou através de Elias, num golpe de cabeça a responder a um pontapé de canto.
À igualdade, os “tricolores” responderam com serenidade e novamente João bateu a defesa “locomotiva” para rematar certeiro. No banco técnico, Nelson Santos começou a jogar e apostou em Liberty para o lugar de Chiza, tendo no intervalo sacrificado o improdutivo Ussama para entrar o atacante Luckman.


FICHA TÉCNICA:
FERROVIÁRIO:
Simplex, Chiza (Liberty), Nelson, Jeitoso, Mitter, Ussama (Luckman), Lolo, Gito, Manucho (Mário), Elias e Adebayor.
MAXAQUENE: Zacarias, Danilo, Bernardo, Campira, Manuelito, Mexer, Bruno, Candinho, Jair, Mutong (Jailo) e João (Talapa).
ÁRBITRO: Simões Guambe, auxiliado por Lúcio Namarrói e Joaquim Sambo. Quarto árbitro: Ângelo Nguenha.
DISCIPLINA: Cartões amarelos para Nelson Manuelito.

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