Director: Júlio Manjate   ||  Directora Adjunta: Delfina Mugabe

MUITO simples! Dois remates indefensáveis, um de bola corrida e outro de bola parada foram suficientes para abaterem o Desportivo e estenderem o tapete ao Maxaquene rumo aos “quartos”, num jogo típico de futebol de rua, no qual a rivalidade histórica ficou, uma vez mais, vincada.

No Zimpeto, o Maxaquene entrou com complexos de superioridade e deu-se bem. Encontrou um Desportivo desorganizado e encolhido naquela primeira parte penosa da turma “alvi-negra”. Os “tricolores” fizeram tudo de acordo com o plano traçado pela equipa técnica; resolver o jogo cedo para depois começar-se a pensar no Moçambola que reata na terça-feira.

João deu o aviso aos dois minutos com um remate cruzado defendido com imensas dificuldades por Filipe. Sete minutos volvidos, surgiu, então, o primeiro golo dos “maxacas”. Mexer ganhou espaço à entrada da área, bem descaído à esquerda e rematou fortíssimo para o fundo das redes, sem muitas hipóteses de reacção do guardião “”alvi-negro”.

Um grande golo que deu mote à explosão de alegria no Estádio Nacional que voltou a ter um público numeroso para um jogo entre equipas nacionais, o que é do resto raro. Depois de sofrer o primeiro, o Desportivo tentou esboçar uma reacção mas revelou-se uma equipa desorganizada, sobretudo no último reduto “tricolor”, não capitalizando as evidentes fragilidades defensivas do Maxaquene.

Aos 31, o Maxaquene beneficiou-se de um livre na zona frontal a cerca de 25 metros da baliza. Bruno foi o encarregado de execução e, com perfeição, disparou um tiro potente que nos faz recordar os tempos do brasileiro Roberto Carlos e deixou o guarda-redes “alvi-negro” incrédulo e sem qualquer reacção. Era o 2-0, e a partir daí ficava claro que o Maxaquene já estava nos “quartos”. Apenas perto do intervalo, o Desportivo é que esteve perto do golo, com Stélio a rematar cruzado para a defesa incompleta de Yang e, na recarga, Orlando viu o seu tiro a ser devolvido pelo corpo de um contrário. A segunda parte foi mesmo de gestão por parte do Maxaquene, com o Desportivo a tentar correr atrás do prejuízo. Aos 53 minutos até esteve perto do golo de honra, com o livre de Maricoa a merecer uma boa defesa (incompleta) de Yang, com Malate a cabecear ligeiramente ao lado, na recarga. Pouco depois, foi Martinho que, da zona de meia-lua, rematou caprichosamente ao lado, após um passe primoroso de Yano, na direita. O resultado não mais se alterou, o Desportivo pagou caro a apatia da primeira parte.

Filimão Filipe fez um bom trabalho neste que é o clássico mais antigo do futebol moçambicano.

FICHA TÉCNICA

ÁRBITRO: Filimão Filipe, auxiliado por Ivo Francisco e Cláudio Macamo. O quarto foi Fernando Judite.

MAXAQUENE: Yang; Campira, Faustino, Bernardo, Mexer, Manuelito, Bruno, Candinho, Mutong (Talapa), Jair (Victor) e João (Jaime).

DESPORTIVO: Filipe; Marcoa, Matawene, Macaime, Stélio (Pai), Martinho, Orlando, Malate, Jarula (Dinis), Edson e João (Yano).

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