O PRESIDENTE da República, Filipe Nyusi, desempenhou um papel-chave para o Moçambola continuar a ser disputado no figurino de todos-contra- todos em duas voltas, segundo revelou Ananias Couana, presidente da Liga Moçambicana de Futebol (LMF).

Segundo aquele dirigente, foi o Chefe do Estado que abriu portas junto de empresas do Estado, com destaque paras as Linhas Aéreas e Aeroportos de Moçambique, e outras empresas privadas para suportarem os custos do campeonato.

Aliás, após a aprovação da proposta apresentada aos clubes, Ananias Couana começou a sua intervenção na assembleia-geral citando as palavras proferidas pelo Presidente da República em Abril do ano passado:

“O Moçambola já não é de um grupo de pessoas, duma liga ou da federação. O Moçambola pertence ao povo moçambicano. É do povo. Quero fazer parte da solução com os desportistas. Vamos tentar mobilizar os apoios e recursos”, recordou, para depois sublinhar que Filipe Nyusimanifestou sua disponibilidade em contribuir de forma directa e pessoal para o decurso normal do Moçambola-2018.

O dirigente referiu que a realização do Moçambola tem enfrentado dificuldades financeiras devido à redução do financiamento por parte dos diferentes parceiros devido a crise económica internacional. Perante este cenário, a Liga Moçambicana de Futebol iniciou no ano passado um conjunto de actividades visando garantir a sustentabilidade do campeonato.

Entre as acções desenvolvidas, destacou as seguintes:

 O aprofundar do diálogo com o  Governo visando a identificação de potenciais parceiros para a sustentabilidade do Moçambola;

A auscultação de diferentes agentes desportivos para o desenho de modelos alternativos de disputa do Moçambola;

A revisão do regulamento de competições do Moçambola.

“Quero sublinhar que todo o trabalho em curso e que nos levou a encontrar soluções para o campeonato ideal e o desejado por todos os moçambicanos, tem merecido especial atenção por parte do Chefe do Estado, um adepto fervoroso e confesso do Moçambola. Nós, Liga Moçambicana de Futebol, só podemos agradecer o apoio e todas as intervenções de Sua Excelência Presidente da República, que, uma vez mais, oportunamente interveio junto das empresas do Estado para garantir o transporte aéreo dos clubes do Moçambola, viabilizando desse modo o início no próximo dia 27 de Abril da maior festa desportiva dos moçambicanos – o Moçambola”, destacou Couana.

O dirigente da LMF disse que a sua equipa está consciente do impacto desportivo que a redução do número de clubes no campeonato poderá trazer ao futebol nacional quando as equipas ou selecções nacionais forem chamadas a competir a nível internacional.

Justificou que nos últimos anos, os clubes Ferroviário da Beira e União Desportiva do Songo representaram o país condignamente na Liga dos Campeões Africanos e Taça da Confederação, respectivamente, conquistando resultados que permitiram ao país ter o direito de inscrever até quatro clubes nas competições da CAF, o que nunca tinha acontecido na história de Moçambique.

“Por isso, paralelamente aos esforços de tornar o Moçambola financeiramente sustentável, a Liga Moçambicana de Futebol continuará a envidar esforços para garantir mais jogos e competição aos nossos atletas, através de realização doutro tipo de provas, como é o caso da Taça da Liga”, referiu.

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