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A prevalência do HIV entre homens e mulheres com idades entre 15 e 49 anos aumentou de 11.5 por cento em 2009, para 13.2 por cento em 2015, segundo indica o relatório do Inquérito de Indicadores de Imunização, Malária e HIV/SIDA em Moçambique (IMASIDA 2015), divulgado ontem pelo Ministério da Saúde.

Entretanto, de acordo com o relatório, os intervalos de confiança dos inquéritos de 2009 e 2015 sobrepõem-se, facto que as autoridades da saúde apontam como um indicador de que, estatisticamente, o aumento da prevalência não é significativo. 

Segundo Francisco Mbofana, Director Nacional de Saúde Pública e Investigador principal do inquérito, os actuais indicadores mostram que o HIV/Sida continua a ser um problema de saúde pública em Moçambique, alertando que os cidadãos não se pode iludir com os dados referentes à cobertura do tratamento anti-retroviral, e abdicarem dos cuidados básicos de prevenção.

“Persistem comportamentos de risco como o não uso do preservativo e a existência de relações múltiplas. Um dos passos seguintes é concentrar as atenções nas províncias às quais antes não se tinha dado muita atenção”, disse Mbofana.

O relatório IMASIDA 2015 indica que a tendência na prevalência de HIVB é crescente em sete províncias do país, nomeadamente Niassa, Cabo Delgado, Nampula, Zambézia, Sofala, Inhambane e Maputo-província. Tete, Manica e Gaza denotam uma tendência de redução da prevalência.

Relativamente a indicadores da relação entre a prevalência do HIV e a circuncisão médica masculina o relatório refere que a província de Tete é a que tem a menor percentagem de homens circuncidados, mas que apresenta baixos índices de infecção pela doença.

“Como podemos ver, a circuncisão não é a varinha mágica para a redução da infecção com o HIV. Notamos ainda uma redução da prevalência do HIV nos jovens, sendo que a maior percentagem está na faixa dos 23 e 24 anos de idade”, acrescentou.

O Relatório do IMASIDA apresentado, ontem em Maputo, refere que a taxa do HIV estimada em 2015 é maior nas mulheres (15.4 por cento) em comparação com os homens (10.1 por cento). Em ambos os sexos, a prevalência é maior na zona urbana com 25, 5 por cento para as mulheres e 12.3 por cento para os homens do que na área rural (12,6 por cento para mulheres e 8,6 por cento para homens).

Pormenores sobre o relatório na página cinco desta edição.

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