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O PRESIDENTE da Frelimo, Filipe Nyusi, classificou a corrupção como um fenómeno intolerável cujo combate está entre os mais urgentes e inadiáveis desafios da actualidade em Moçambique.

Discursando ontem na abertura do XI Congresso do seu partido, a decorrer até domingo na cidade da Matola, Filipe Nyusi disse que a corrupção corrói as instituições e alertou o Congresso a desencadear debates profundos sobre esta matéria, e dele saiam medidas que distanciem a Frelimo de quaisquer práticas corruptas e susceptíveis de pôr em causa o prestígio do partido.

“A tolerância zero à corrupção deve começar nos militantes, a todos os níveis, desde a localidade e o posto administrativo, passando pelo distrito e província, até ao nível central. Os quadros da Frelimo devem assumir um compromisso de pureza que deve ser adoptado como uma norma entre os funcionários do Estado. Os quadros da Educação, da Saúde, da Polícia, os agentes aduaneiros e da Migração não podem abusar das suas funções, e nós não podemos deixar que nenhum abuso fique impune. Não pode haver tolerância com ilegalidades, com subornos, com a extorsão e demais desmandos”, disse Filipe Nyusi, cuja intervenção foi sendo sistematicamente interrompida por aplausos dos mais de três mil e quinhentos delegados e convidados presentes na sala onde decorre o Congresso.

Com um discurso estruturado de modo a trazer para o presente factos relevantes da história dos Congressos da Frelimo e suas principais decisões, Filipe Nyusi explicou que o lema “Unidade, paz e desenvolvimento”, escolhido para este encontro, sintetiza os principais desafios que hoje se colocam aos moçambicanos.

O presidente da Frelimo chamou atenção aos membros do partido sobre a necessidade de não terem medo do diferente e olharem para a diferença de opinião como um sinal de maturidade e coerência.

Para Filipe Nyusi, é preciso que os militantes não tenham medo do debate e, sobretudo, que não o limitem ao ambiente interno. Segundo ele, “é preciso abri-lo a outras sensibilidades”.

Considerando que o XI Congresso acontece numa altura em que se compete pelo poder, Nyusi apelou aos congressistas para assumirem que não haverá vitória sem empenho e sem sacrifícios, e que estes devem ser observados sem perder de vista princípios sagrados como a defesa dos interesses nacionais acima dos interesses de grupos e a consolidação do Estado de Direito.

“Queremos uma sociedade moderna e informada, com infra-estruturas que facilitem a circulação de pessoas e bens, incluindo a circulação de ideias. O desafio não deve ser apenas de fazer mais, mas de fazer diferente. Chega de sermos meros provedores de matéria-prima. Precisamos construir uma visão de longo prazo para a gestão dos nossos recursos. Para a Frelimo, governar não deve ser só resolver problemas, mas não deixar que os problemas aconteçam. Precisamos estar à frente do tempo, de nos anteciparmos ao futuro, melhorar radicalmente o ensino e descentralizar sem perder de vista o espírito de unidade nacional. Descentralizar com responsabilidade”, disse Filipe Nyusi.

Mais pormenores sobre o primeiro dia do XI Congresso da Frelimo na página 7.

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