Director: Júlio Manjate   ||  Directora Adjunta: Delfina Mugabe

A PRODUÇÃO da Empresa Pública Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM) registou, no ano passado, um crescimento de 18,3 por cento na área portuária e 21,2 na ferroviária, comparativamente a 2012.

Dados revelados ontem, na Beira, no início do XVIII Conselho de Directores do sector, demonstram ainda que, no período em análise, foram manuseadas nos terminais sob gestão daquela firma 9.745,4 mil toneladas métricas, representando 32 por cento do total de todos os portos, sendo o crescimento registado de 16,9 por cento.

Nas linhas de gestão da instituição realizaram-se, igualmente, 3.083 milhões de toneladas contra 2.551 milhões do ano anterior.

Outro facto é que o número dos navios que atracaram nos portos nacionais ascendeu a 2353, registando um aumento em mais de 135 comparativamente ao período homólogo do ano anterior. Enquanto isso, o manuseamento global da carga situou-se em 30.433,8 mil toneladas métricas contra 25.725,1 de 2012.

Na ocasião, o PCA dos CFM, Victor Gomes, congratulou-se com o facto destes dados revelarem que o resultado global de 2013 foi superior relativamente ao do ano anterior.

Perante estes resultados, o PCA dos CFM sublinhou que a responsabilidade, compromisso e desafio ferro-portuários nacional é de fazer com que se continuem a registar índices de crescimento correspondendo à dimensão centenária da Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique.

Todavia, Gomes reconheceu que, na verdade, o nível de investimentos em que o sector está envolvido exige avultadas aplicações financeiras, que, entretanto, devem ser encontradas internamente ou através de parceiros como imperativo de forma a serem criadas condições logísticas que o país precisa.

Para isso, defendeu a escrupulosa necessidade de planificação, eficiência e trabalho em equipa como “modus operandi” da instituição para se conseguir operacionalizar o conceito de governação corporativa.

Entre outros desafios, os CFM comprometem-se a cumprir os grandes projectos traçados no país como a construção da linha-férrea entre Moatize e Nacala passando pelo Malawi, numa extensão de 912 Km, 228 dos quais de construção de raiz e 684 km de reabilitação e reabilitação e construção de novas infra-estruturas no porto de Nacala.

O Projecto de Desenvolvimento de Nova Terminal de hidrocarbonetos no porto de Palma e a conclusão do aumento da capacidade da Linha de Sena de 6,5 para 20 milhões de toneladas por ano são igualmente prioridades do sector ferro-portuário do país.

Na componente de responsabilidade social, atenção especial vai para o transporte de passageiros com a previsão da alocação de mais carruagens para prestar  este serviço com a necessária comodidade e segurança no país como forma de contribuir para a mitigação da falta de transporte urbano e inter-urbano.

Entretanto, o Governador de Sofala, Félix Paulo, chamado a intervir no encontro que hoje termina, destacou a importância geo-estratégica do porto da Beira e do Sistema Ferroviário da Beira formado pelas linhas de Sena e de Machipanda, sobretudo, no transporte do carvão mineral de Tete e no incremento das trocas comerciais com o Zimbabwe e Zâmbia, respectivamente.

Horácio João

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