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MAIS de doze mil empregos foram criados durante o ano passado na província da Zambézia, no contexto da implementação da iniciativa governamental do Fundo Distrital de Desenvolvimento (FDD).

O governador da Zambézia, Joaquim Veríssimo, que revelou este facto há dias em Quelimane, afirmou que o Governo tem como um dos principais desafios a promoção do emprego para melhor distribuir a riqueza aos cidadãos nacionais.

Dados avançados por Joaquim Veríssimo indicam que só no ano passado mais de vinte e cinco mil empregos tinham sido criados, dos quais, doze mil apenas no âmbito do Fundo Distrital de Desenvolvimento, vulgo “sete milhões”. O governador da Zambézia disse ainda que durante o ano passado foram criadas dois mil, duzentos e cinquenta postos de trabalho na administração pública, dos quais dois mil na Educação e duzentos quarenta e nove na Saúde.

Entretanto, o governante reconheceu que a oferta de emprego continua ainda diminuta e afirmou que a tensão político-militar que se vive na região centro pode estar a retroceder o desenvolvimento de outras iniciativas que estimulem o emprego. Explicou que os empresários querem investir o seu capital em zonas seguras e sempre que tem informações de que há conflitos militares podem recuar nas suas intenções de investir.

Reconheceu também que alguns cidadãos foram por força das circunstâncias financeiras e tecnológicas das empresas empurrados para o desemprego. A este respeito, faltou dos setecentos trabalhadores das minas de Marropino e da fábrica de processamento de caju em Alto-Molócuè.

Trezentos e trinta e sete trabalhadores da empresa mineira Higland Africa Minning Company (HAMC) no distrito do Ile perderam os seus postos de emprego que ocupavam desde Maio do ano dois mil e dez. Daquele número, os primeiros cento e quarenta e cinco foram despedidos em Março de 2012. A mesma sorte tiveram os quatrocentos trabalhadores da fábrica de processamento de caju na vila municipal de Alto-Molócuè.

Entretanto, a administração pública na província da Zambézia conta actualmente com mais de 37.818 funcionários e agentes do Estado. Informações em nosso poder indicam que mais de sete mil agentes do Estado em situação de vínculo contrato irregular serão nomeados este ano na província da Zambézia, passando a pertencer ao pessoal do quadro nas distintas instituições da Função Pública onde estão a prestar serviços.

Maior parte destes agentes do Estado, segundo o director provincial do Plano e Finanças da Zambézia, Eugénio Simbine, pertence ao pessoal da Educação e Cultural que ultrapassaram os trinta e cinco anos, idade limite para o ingresso no Estado.

O conflito armado e desorganização dos departamentos de gestão de recursos humanos, bem como alguma negligência à mistura por parte dos visados levaram a que os referidos funcionários a exercerem as suas actividades na condição de agentes do Estado durante muito tempo, após o ingresso quando em menos de três anos deveriam já ter passado para efectivos. Eugénio Simbine explicou que para a nomeação destes agentes foi necessário a Assembleia da República aprovar um dispositivo legal pata atender a esta situação específica e tudo indica que antes do fim deste ano a nomeação dos funcionários visados será concluído.

Jocas Achar

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