Director: Júlio Manjate   ||  Directora Adjunta: Delfina Mugabe

O MINISTÉRIO dos Recursos Minerais e Energia (MIREME) aprovou recentemente um fundo destinado à construção de uma cozinha comunitária a gás natural, em Pambara, no distrito de Vilankulo, província de Inhambane.

Trata-se de um projecto da Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (ENH), que irá beneficiar um grupo de vendedores de refeições ao longo da Estrada Nacional Número 1, concretamente em Pambara.

Ao todo, o valor aprovado é de cinco milhões de meticais, dos quais 3,1 milhões destinam-se a este projecto, a ser levado a cabo pela Unidade do Género da ENH, em coordenação com a unidade congénere do MIREME. A parte remanescente deste valor será usada na implementação de outros projectos ligados à área do género, incluindo campanhas de sensibilização da rapariga para aderir mais à formação na área de hidrocarbonetos.

Segundo a ENH, este projecto foi desenhado de modo a beneficiar, maioritariamente, mulheres que se dedicam à confecção de refeições num mercado de Pambara, ao longo da Estrada Nacional Número Um, para a venda a condutores e utentes da estrada que passam pelo local durante a sua viagem para diversos destinos do país.

A cozinha comunitária irá comportar uma área para a confecção de alimentos, refeitório e balneários.

Com este projecto, espera-se alargar a rede de gás para mais consumidores em Moçambique, contribuindo para a melhoria das condições de trabalho e de vida dos beneficiários.

“A cozinha comunitária terá muitas vantagens para a nossa actividade, porque passará a ser mais rápida a confecção dos alimentos e teremos possibilidades de atender a mais clientes”, disse Felismina Machava, uma das vendedeiras de refeições no mercado, falando durante as consultas realizadas no terreno antes da aprovação do orçamento.

A mesma opinião é partilhada por Amina Nhantumbo, que também gostaria de ver implementado o projecto da cozinha comunitária. “Eu acho que com a cozinha comunitária, irá reduzir o corte de lenha e o nosso trabalho será mais fácil e rápido. A outra vantagem da cozinha comunitária é que será fácil lavar as panelas depois do uso, uma vez que, contrariamente à lenha, o gás não provoca muito fumo”, disse ela.

Outras vantagens apontadas pelos entrevistados têm a ver com a melhoria da conservação dos alimentos e redução dos custos com a lenha. No que tange aos custos, actualmente gastam 60 meticais com o carvão ou 40 meticais com a lenha por dia, o que poderá reduzir consideravelmente com o pagamento de um valor simbólico pelo uso da cozinha.

Após a provação deste orçamento, seguirão outros trabalhos preparativos, com vista a iniciar a construção ainda no presente semestre.

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