Director: Júlio Manjate   ||  Directora Adjunta: Delfina Mugabe

EMPRESÁRIOS da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) aprovaram, recentemente em Maputo, as propostas da constituição de um Tribunal de Arbitragem, um organismo que permitirá a resolução dos conflitos entre os membros da CPLP, tanto dentro como fora da comunidade.

Com o novo organismo pretende-se reduzir o tempo que se leva na mediação de conflitos que são, actualmente, resolvidos longe do olhar da CPLP.

No mesmo contexto, foi aprovada a constituição de um manual de Ética e “Compliance” das empresas da CPLP como forma de garantir a transparência nos negócios entre os diferentes países.

Falando na primeira Conferência Económica do Mercado da CPLP, Ragendra de Sousa, ministro da Indústria e Comércio, garantiu que o Governo moçambicano fará uso das contribuições e instrumentos resultantes desta conferência, pois acredita que vai contribuir para o desenvolvimento da economia nacional.

Da mesma forma que o presidente da CTA, Agostinho Vuma, referiu que a conferência vai estimular as trocas comerciais na CPLP, impulsionando assim o crescimento de todos os mercados.

Paralelamente a este evento, mulheres empresárias da CE-CPLP reuniram-se para debater os problemas socioeconómicos, num evento dirigido pela Federação das Mulheres Empresárias (FME) sob o lema “Crescer no Feminino: Como impulsionar o mercado da CPLP à várias geografias”.

Durante a conferência, diversos participantes deixaram ficar o seu posicionamento sobre temas como a contribuição da comunicação para a mudança da realidade, o desenvolvimento social como base da economia da CPLP e a união existente entre os países-membros, tendo-se concluído que a unidade entre as empresárias é a única saída para ultrapassar os actuais desafios.

No encontro que visava desvendar problemas, encontrar soluções e quebrar estereótipos, a secretária executiva da CPLP, Maria do Carmo Silveira desafiou as mulheres a investirem em projectos empresariais mais ousados.

“As mulheres devem arriscar mais! Para além do empreendedorismo de sobrevivência devemos investir em projectos empresariais maiores”, recomendou a dirigente.

 

Por seu turno, a presidente da FME, Maria Assunção Abdula encorajou a classe empresarial presente a trabalhar de forma dinâmica e colaborativa, pois acredita que só assim, os desafios que as mulheres enfrentam na vida social e empresarial serão superados.

Segundo o presidente da CE - CPLP, Salimo Abdula, a iniciativa juntou num único espaço diferentes decisores do cenário empresarial e visava discutir dinâmicas de investimento, objectivos da organização e a mobilidade de bens e serviços nesta comunidade.

"Os países membros da CPLP precisam de estar ligados economicamente, pois a economia é o pilar para o desenvolvimento de qualquer sociedade", afirmou Abdula.

Referiu ainda que, mais do que debater sobre a agenda, o encontro serviu para a apresentação e aprovação de propostas concretas, como é o caso da constituição de um Tribunal de Arbitragem.

O evento foi organizado pela Confederação Empresarial da CPLP (CE-CPLP) em parceria com a Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) e com a Federação das Mulheres Empresárias e Empreendedoras de Moçambique (FME).

Os resultados da 1ª conferência económica de mercado da CPLP serão apresentados na Cimeira dos chefes de Estado desta comunidade que terá lugar em Julho próximo, em Cabo Verde.

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