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Categoria: Economia
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O presidente do Banco Africano de Desenvolvimento, BAD, Akinwumi Adesina, apelou à participação de empresários chineses no África Investment Fórum, agendado para Novembro, em Joanesburgo, África do Sul, dizendo que o continente é “o lugar para se estar”.

Adesina lançou o repto aos representantes presentes na 6ª Conferência de Empreendedores Chineses e Africanos, que decorreu à margem da terceira cimeira do Fórum de Cooperação China-África (FOCAC), em Pequim, esta semana, de acordo com um comunicado partilhado no portal da instituição financeira.

“Tenho a certeza de que todos sabem que África é o lugar para se estar. As economias africanas crescem bem e as previsões de taxa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) para este ano são de 4,1%”, constatou.

A fonte disse que teve várias reuniões com autoridades de alto nível e empresários chineses, liderados pelo vice-primeiro-ministro, Liu He, pelo governador do Banco Popular da China, Yi Gang, e pelo presidente do Banco de Desenvolvimento da China, Zheng Zhijie.

Adesina, antigo ministro da Agricultura e do Desenvolvimento Rural da Nigéria, salientou o compromisso que a China tem com África.

“A China não promete apenas, a China cumpre”, disse, à China Economic News quando questionado sobre o que diferenciaria a aliança sino-africana.

O África Investment Forum irá convocar patrocinadores, mutuários, credores e investidores, necessários para acelerar os investimentos em África.

O evento de três dias deverá abordar fundos de pensão globais, fundos soberanos e outros investidores do sector financeiro.

Em 2017, o volume de negócios entre China e África alcançou os 174 mil milhões de dólares, um crescimento assinalável em relação aos 10 mil milhões de dólares de 2000.

O investimento directo chinês em África também aumentou dos 10 mil milhões de dólares em 2010, para 60 mil milhões de dólares, em 2017. (Notícias/RM/LUSA)