Director: Júlio Manjate   ||  Director(a) Adjunto(a): 

A Inspecção Nacional de Actividades Económicas (INAE) apreendeu produtos contrafeitos avaliados em cerca de 348 mil meticais, durante a quinzena de 22 de Setembro a 04 de Outubro corrente nas províncias de Niassa e Manica.

Neste período, segundo o director de operações da INAE, Ali Mussa, foram fiscalizados  757 estabelecimentos, 347 dos quais comerciais, entre os de venda a grosso e a retalho.

Das unidades económicas visitadas foram constatadas diversas irregularidades, desde a venda de produtos fora de prazo, venda de produtos contrafeitos e casos relacionados com problemas de higiene e limpeza.

“Os produtos contrafeitos foram apreendidos nas províncias do Niassa e de Manica. No Niassa foram apreendidos filtros de marca GUD e material informático de marca HP; em Manica tivemos algumas situações com cigarros”, disse Mussa, falando à imprensa, segunda-feira, em Maputo.

A fonte avançou que os agentes económicos envolvidos nos diferentes casos serão responsabilizados e que já foram instaurados processos e comunicada a Procuradoria para que tome as devidas medidas e determine o destino dos produtos apreendidos.

Para além dos produtos contrafeitos, a INAE apreendeu produtos fora de prazo comercializados nalguns estabelecimentos comerciais das províncias do Niassa, Inhambane, Zambézia, Manica e Tete, que totalizam 51. 569,00 meticais.

Dos produtos apreendidos destacam-se sprays, cervejas, refrigerantes, pipocas e sabonetes, parte dos quais foram destruídos imediatamente e outros aguardam as condições logísticas para a sua incineração, por serem impróprios ao consumo humano.

No que se refere a situações de higiene e limpeza, Mussa revelou que mais uma vez a indústria panificadora destacou-se pela negativa, devido a péssimas condições de asseio e limpeza nas casas de banho, como também por falta de uniforme completo dos padeiros e também situações de exercício ilegal da actividade.

Durante o período em análise a INAE visitou ainda estabelecimentos hoteleiros e de restauração, onde detectou diversas irregularidades.

“No comércio a retalho tivemos também situações de falta de afixação de preços, bem como arrumação deficiente de produtos. Na área de hotelaria tivemos a situação de falta de asseio e limpeza; na restauração tivemos algumas situações de estabelecimentos que estavam a exercer a actividade ilegalmente e havia trabalhadores que se apresentavam indecentemente e com problemas de higiene pessoal”, disse.

Mussa referiu que para os estabelecimentos com irregularidades foram deixadas recomendações para a sua correcção, como também foram instaurados autos de notícia na perspectiva de  se analisar caso a caso e fazer-se o devido enquadramento legal, para além de se definir as medidas apropriadas.

 

 

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