Director: Júlio Manjate   ||  Director(a) Adjunto(a): 

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O sector da Agricultura na província de Nampula projecta produzir, até 2020, um total de 21 mil toneladas de carne de frango.
Actualmente, segundo o respectivo director provincial, Jaime Chissico, Nampula produz 14 mil toneladas de carne de frango, contra as 18 mil necessárias.
“Precisamos de trazer conhecimento para aumentar não apenas a qualidade, mas também a quantidade das aves que produzimos. Temos, pois, o desafio de chegar às 21 mil toneladas até 2020. Esperamos, por isso, contar com a colaboração de todos”, afirmou o director.
O pronunciamento foi feito na manhã de ontem na cidade de Nampula, no início de um seminário provincial de avicultores, organizado em parceria com a empresa “Higest”, fomentadora e fornecedora de pintos.
Na ocasião, Jaime Chissico sugeriu a expansão das actividades da “Higest” para os distritos.
Precisamos de combater a desnutrição crónica aqui em Nampula e seria muito útil que esta empresa se aliasse aos pequenos operadores locais, a nível dos distritos, para prover os avicultores dessas zonas de pintos e outros insumos”, disse.
Por sua vez, Valeriano Bonifácio, representante da “Higest” em Nampula, disse que o interesse da empresa é trabalhar para reduzir a importação de frango até à auto-suficiência. “Aumentando os níveis de produção e produtividade chegaremos à auto-suficiência'.
Em 2017, Nampula registou uma produção de 12.500 toneladas de frango e no presente ano já atingiu as 14 mil.

 

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UMA fábrica de processamento de castanha de caju será erguida no próximo ano no distrito de Gorongosa, em Sofala, numa parceria entre o Governo e o Parque Nacional da Gorongosa (PNG). Leia mais

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A Base Logística de Pemba (BLP) poderá estar em condições de receber navios até Janeiro do próximo ano, na província de Cabo Delgado, região nortenha do país.

Com efeito, estão na fase conclusiva os trabalhos de construção da calçada de 375 metros, partindo do continente para o mar, um armazém, vedação de cerca de 13 hectares, que comportam a primeira fase do projecto, além da mobilização de algumas unidades, que vão assegurar as operações.

A primeira fase do projecto está orçada em 150 milhões de dólares norte-americanos.

“O armazém está em 95 porcento da sua realização e seguirá a colocação de painéis solares. O cais flutuante está em mobilização a caminho de Pemba, prevendo-se que para finais deste mês, princípios de Dezembro, esteja em Pemba. Também está sendo embarcado o link bridge, que vai fazer a conexão entre o jet e o gás flutuante”, disse José Daúde, director operacional na empresa Portos de Cabo Delgado, citado ontem pela Rádio Moçambique.

A infra-estrutura será importante para as operações, a serem desenvolvidas pelas empresas envolvidas nos projectos de gás na bacia do Rovuma. O seu projecto foi formalmente lançado em Outubro de 2014, tendo sido mobilizado material para a sua construção, interrompida, no meio de dúvidas, sobre a sua utilização pelas companhias envolvidas nos projectos de gás natural. A obra deveria estar pronta até ao segundo semestre de 2016.

Os consórcios liderados pela italiana Eni e pela norte-americana Anadarko já manifestaram a intenção de usar infra-estruturas, que vão construir no distrito de Palma, cerca de 400 quilómetros de Pemba, para as suas operações de exploração de gás natural, ensombrando a viabilidade da BLP.

Falando durante a Conferência de Conteúdo Local no sector de Petróleo e Gás em Moçambique, que decorreu, em finais de Outubro, em Cabo Delegado, o presidente da ENH, Omar Mithá, sublinhou que a BLP vai manter os direitos especiais que tem na bacia do Rovuma, incluindo a exclusividade sobre uma extensa área, onde se irá situar a infra-estrutura.

A empresa Portos de Cabo Delgado (PCD), constituída pelas estatais Empresa Nacional de Hidrocarbonteos e Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM), é a entidade que detém o direito de gestão do porto, terminais de logística e beira-mar de Palma e Pemba.

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O ALARGAMENTO da rede eléctrica a todos os consumidores, em Moçambique, até 2030 vai custar 5.77 mil milhões de dólares (5.1 mil milhões de euros), refere a Estratégia Nacional de Energia (ENE), divulgada esta semana em Maputo. Leia mais

 

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A produção, processamento e exportação da fibra de sisal será objecto de um novo regulamento, que está, neste momento, em fase de elaboração.
O objectivo deste instrumento, cuja conclusão deverá ocorrer em Abril do próximo ano, altura em que poderá ser submetido para análise e aprovação pelo Conselho de Ministros, é o estabelecimento de bases para a comercialização desta cultura, facilitando a atracção de investimentos para o sector.
Actualmente, a cultura de sisal está integrada no subsector do algodão. No entanto, durante o último conselho consultivo realizado no mês passado foi enfatizada a necessidade de uma regulamentação própria e específica, com vista a atrair mais investimentos e, consequentemente, aumentar a produção e produtividade do sector.
Acredita-se que Moçambique possui em elevado potencial para a produção de sisal, cujas exportações podem gerar divisas para o país, além de promover oportunidades de acesso ao emprego por parte da população local.
Luís Tomo, director-geral do Instituto de Algodão de Moçambique (IAM), disse, em entrevista ao “Notícias”, que foi na sequência deste diagnóstico que a sua instituição lançou um concurso público para a contratação de serviços que visam a elaboração de um plano de revitalização da cadeia de valor do sisal no país.
Paralelamente, o IAM solicitou apoio do Fundo das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), com vista a melhorar a disponibilidade de dados e informações relevantes sobre a cultura de sisal no país.
A cultura de sisal em Moçambique é desenvolvida pelo sector empresarial na província de Nampula, concretamente, nos distritos de Monapo, Angoche, Mossuril, Ilha de Moçambique e Memba.
Contudo, durante o período colonial a exploração de sisal era feita em quase toda a extensão do país, que tem um potencial produtivo elevado para a prática daquela cultura de rendimento.
Luís Tomo precisou que para a campanha agrícola 2018/19 projecta-se produzir cerca de três mil toneladas de fibra de sisal, numa área lavrada estimada em 12.352 hectares,  constituindo uma diminuição de 2.648 hectares, comparativamente ao planificado.
No entanto, as projecções apontam para uma receita superior a quatro milhões de dólares, sem contar com outros encargos que devem ser suportados pelas empresas produtoras ou intermediárias do processo de exportação da fibra de sisal.
No ranking de produção de fibras de sisal no mundo, Moçambique partilha a décima posição com Angola e Etiópia, com uma produção que varia entre 500 quilogramas e 1000 quilos por hectare.
A fibra de sisal serve, exclusivamente, para exportação e destina-se ao processamento de fios e cordas para várias finalidades, particularmente na indústria automóvel. Nos últimos anos a matéria-prima tem registado alguma valoração no mercado, devido à procura de acessórios derivados da fibra de sisal, no âmbito do programa de uso de materiais bio-degradáveis.

 

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