Director: Júlio Manjate   ||  Director(a) Adjunto(a): 

QUANDO há precisamente quatro anos Filipe Nyusi assumiu, com a maior humildade, a Alta Magistratura do Estado e da Nação, como o quarto Presidente da República de Moçambique, definiu que o povo seria seu único e exclusivo patrão, comprometendo-se assim a tudo fazer para o seu bem-estar.

A um ano do final mandato, importa-nos, pois, olhar para o país e avaliar até que ponto o povo - seu patrão - se pode dar por feliz pelas conquistas até então alcançadas.

Tendo herdado um país cheio de desafios, Filipe Nyusi jurou tudo fazer para a recuperação das infra-estruturas destruídas pela instabilidade político-militar e assegurar que a vida em Moçambique voltasse à normalidade.

Os primeiros sinais do juramento surgiram quando, poucos dias após a tomada de posse, convidou ao seu gabinete de trabalho todos os actores sociais, desde a família, as confissões religiosas, a sociedade civil, os partidos políticos, as instituições de ensino e de pesquisa, lançando a semente do diálogo que vem sendo a marca de toda a sua trajectória de governação. Nessa sequência, não foi surpresa para ninguém quando a meio do seu ciclo de governação partiu para as matas da Gorongosa para estabelecer um diálogo franco, aberto e construtivo com o falecido líder da Renamo, Afonso Dhlakama, visando à paz efectiva. Produto dessa coragem, cujo diálogo é prosseguido com a nova liderança daquela organização política, testemunhamos hoje o processo do Desarmamento, Desmobilização e Reintegração (DDR) e a consequente mobilização de recursos internos e externos para a sua célere implementação.

Assegurada a paz, o Presidente da República partiu para uma investida nas infra-estruturas sociais e económicas, com destaque para a construção e/ou reabilitação de estradas e pontes, sendo alguns exemplos a asfaltagem da estrada Montepuez/Ruaça, ligando as capitais provinciais de Cabo Delgado e Niassa, numa extensão de 135 quilómetros; a reparação de emergência de 543 quilómetros críticos da EN1, compreendendo Pambara/Rio Save/Muari, Inchope-Canda, Canda-Matondo, Matondo-Nangue, Nangue-Caia e Rio Lúrio Metoro, todas acções com impacto imediato na redução do tempo de viagem e custo de operação de veículos.

No campo do desenvolvimento humano e social, notamos ao longo deste período a expansão da rede de educação, onde foram disponibilizadas novas salas de aula, alocadas milhares de carteiras, distribuídos gratuita e atempadamente milhões de livros do ensino primário, incluindo o ensino bilingue, contratados e capacitados milhares de professores, entre outras acções. Assistimos também, no sector da saúde, à expansão da rede sanitária e à dotação de vários serviços especializados, assegurando o tratamento e mitigando o sofrimento dos pacientes.

Os moçambicanos testemunharam com satisfação construção e/ou reabilitação de novas fontes de abastecimento de água. O PRAVIDA, um programa de abrangência e impacto nacional e que prioriza a construção de sistemas de abastecimento de água e saneamento em zonas críticas e em situação de emergência, é exemplo elucidativo de tal expansão.

O sector dos transportes e comunicações, por sua vez, não ficou à margem dos processos, sendo que tudo está a ser feito para melhorar a mobilidade e comodidade e reduzir o tempo de viagem não só na área metropolitana de Maputo, como também em todas as capitais provinciais e algumas cidades municipais, com o apoio do sector privado.

De um modo geral, ao longo destes quatros anos, o Presidente Filipe Nyusi e o seu Governo têm estado a cimentar as bases para a construção da independência económica de Moçambique, condição primária para o fim da pobreza no país.

Quanto a nós, tinha razão Filipe Nyusi quando, em Dezembro passado, falando na Assembleia da República sobre o estado geral nação, afirmou que todas as conquistas alcançadas representam os pilares sólidos para a construção de uma nação moçambicana próspera, assumindo que o estado da nação é estável e inspira confiança.

Nós concordamos com esta avaliação e acreditamos que, mais unidos e sob a liderança de Filipe Nyusi, construiremos uma nação forte e de que todos nos possamos orgulhar.

 

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