Director: Júlio Manjate   ||  Directora Adjunta: Delfina Mugabe

A EPIDEMIA de febre hemorrágica ébola na África Ocidental já fez 7.693 mortos, num total de 19.695 casos identificados nos três países mais afectados, indica um novo balanço da Organização Mundial de Saúde (OMS) divulgado sexta-feira.

No total, o vírus do ébola matou pelo menos 7.708 pessoas em todo o mundo.

A Serra Leoa, que contabiliza actualmente o maior número de casos, registava a 24 de Dezembro 9.203 casos e 2.655 mortos.

Na quarta-feira, o Governo da Serra Leoa anunciou o isolamento da região norte do país, por um período de cinco dias, para tentar bloquear a propagação do vírus do ébola.

Na Libéria, que durante vários meses foi o país mais afeitado pela epidemia, a propagação do vírus tem vindo a abrandar. A 20 de Dezembro, o país contabilizava 7.862 casos, dos quais 3.384 foram mortais.

Na Guiné-Conacri, onde os primeiros sinais do actual surto surgiram em Dezembro de 2013, foram registados, até quarta-feira da semana passada, 1.654 mortos, em 2.630 casos identificados.

A par dos três países mais afectados, o balanço de vítimas mortais manteve-se inalterado: seis no Mali, uma nos Estados Unidos e oito na Nigéria.

No Senegal e na Espanha, países que registaram, respectivamente, apenas um caso e que foram declarados como livres do vírus do ébola, não foram verificadas mais vítimas mortais.

O actual surto de ébola, o mais grave e prolongado desde que o vírus foi descoberto, em 1976, também afectou os profissionais de saúde.

Até 21 de Dezembro, 666 profissionais de saúde tinham sido infectados com o vírus, dos quais 366 morreram, de acordo com a OMS.

A agência das Nações Unidas decretou, a 8 de Agosto, o estado de emergência de saúde pública.

 

 

 

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