Director: Júlio Manjate   ||  Directora Adjunta: Delfina Mugabe

O MINISTRO sul-africano da Governação Cooperativa e Assuntos Tradicionais, Zweli Mkhize, declarou ontem o estado de desastre nacional para enfrentar a seca histórica que assola a África do Sul há vários meses e com mais severidade a região da Cidade do Cabo, extremo sul, ameaçada de ficar sem água potável.

"Como ministro responsável pela gestão de calamidades, reconheci que existem circunstâncias especiais e decidi declarar o estado de desastre nacional nos termos do Artigo 27 da Lei de Gestão de Calamidades", para poder enfrentar a seca severa que atinge o país, afirmou.

A decisão foi publicada ontem no Boletim da Republica e é válida para um período de três meses.

Já em 08 de Fevereiro último, o governo sul-africano classificara a crise da água como uma calamidade nacional.

No entanto, segundo disse ontem o ministro, isso era diferente de uma declaração, que permitirá que as autoridades tenham acesso a fundos especiais para atender à crise.

Um montante de 6000 milhões de randes (cerca de 31,6 mil milhões de meticais) está inscrito no orçamento do Estado 2018/19 para aliviar as comunidades afectadas.

O ministro Mkhize enfatizou que um processo rigoroso será seguido no alocamento dos fundos de socorro.

A região do Cabo, particularmente a Cidade do Cabo, a segunda maior da África do Sul, é assolada pela pior seca no último século, estando as reservas de água de tal forma baixas que se prevê que as torneiras fiquem secas.

A grave seca que assola a zona é um fenómeno invulgar, já que não só deriva da escassez de precipitação que caracterizou a passada estação de chuvas (Abril-Outubro), como de o nível de chuva ter sido particularmente baixo também nos dois anos anteriores. - BBC

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