Director: Júlio Manjate   ||  Director(a) Adjunto(a): 

A Amnistia Internacional pediu hoje ao Governo do Sudão que acabe com o que descreve como uma "perseguição implacável, intimidação e censura" a jornalistas.

Segundo um relatório divulgado hoje pela organização, pelo menos 15 jornalistas foram detidos pelas forças de segurança do país entre Janeiro e Outubro deste ano, actos que o grupo descreve como tentativas das autoridades sudanesas para silenciar a mídia independente.

Para Sarah Jackson, da Amnistia Internacional, o Governo tem sido "inflexível na sua repressão à liberdade de imprensa, atacando jornalistas e órgãos de comunicação".

O Presidente Omar al-Bashir, que governa o Sudão há décadas, é procurado pelo Tribunal Penal Internacional por acusações de genocídio, crimes de guerra e contra a humanidade, cometidos durante o conflito em Darfur (oeste do Sudão) que, segundo as Nações Unidas, causou mais de 300.000 mortos desde 2003 e obrigou a cerca de 2,5 milhões de pessoas a abandonarem as suas casas.

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O Presidente norte-americano, Donald Trump, declarou ontem ter ordenado aos militares destacados para a fronteira com o México para agirem como se as pedras fossem “espingardas”, caso os migrantes da América Central lhes atirassem pedras.

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Milhares de empregados da gigante tecnológica norte-americana Google protestaram, ontem, em todo o mundo, numa acção coordenada, contra o que classificam como uma cultura que “protege” os autores de assédio sexual na empresa.

Este movimento social, o primeiro desta dimensão dentro da empresa considerada um símbolo de modernidade, foi organizado após o diário “The New York Times” ter noticiado, na semana passada, que a Google abafou nos últimos anos uma série de casos de assédio sexual envolvendo altos responsáveis.

De entre esses casos destaca-se o de Andy Rubin, co-fundador do sistema operativo de telemóveis Android, obrigado pela administração a abandonar a Google em 2014, mas que recebeu uma indemnização de cerca de 90 milhões de dólares.

Os organizadores do protesto apelaram aos cerca de 90.000 funcionários da Google em todo o mundo para interromperem o trabalho durante uns minutos e saírem à rua às 11:00 horas  do respectivo fuso horário.

A acção reivindicativa iniciou-se nos edifícios da companhia em cidades asiáticas como Singapura e Tóquio, estendeu-se pela Europa, em centros como Londres, Dublin, Berlim e Zurique, e finalmente chegou aos Estados Unidos, com manifestações em Nova Iorque, Chicago e vários pontos da Califórnia, como Mountain View (sede da empresa), San Francisco, Sunnyvale e San Bruno.

Horas mais tarde, o director-geral da Google, Sundar Pichai, que participava numa conferência em Nova Iorque, mostrou-se solidário com “a indignação e frustração que há na empresa” e disse que são partilhadas por todos os empregados, incluindo ele mesmo.

“Momentos como este mostram que nem sempre entendemos bem [como lidar com casos de assédio sexual], mas estamos empenhados em fazê-lo melhor”, declarou Pichai, assegurando que a Google “evoluiu como empresa” desde 2014.

Nesta acção à escala mundial, os funcionários exigiram o “fim da arbitragem forçada em casos de assédio e de discriminação para todos os funcionários actuais e futuros”, bem como um “compromisso para acabar com a desigualdade de salários e de oportunidades” e “um relatório transparente sobre assédio sexual” na empresa.

Reivindicaram ainda “um processo claro, uniforme e inclusivo para que as vítimas de assédio sexual possam queixar-se de forma segura e anónima”, uma “promoção do responsável pelo departamento de diversidade para que possa fazer recomendações directamente ao Conselho de Administração” sobre questões de desigualdade e a eleição de um representante dos funcionários para administrador.

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A Assembleia-Geral das Nações Unidas adoptou ontem uma resolução, quase por unanimidade, que pede o levantamento do embargo norte-americano a Cuba, em vigor desde 1962.

A resolução da ONU foi adoptada com 189 votos a favor e dois contra.

A Assembleia-Geral da ONU rejeitou, por outro lado, um pedido dos Estados Unidos para que Cuba seja censurada por atentar contra os direitos humanos.

 

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A chanceler alemã, Angela Merkel, de visita à Ucrânia, defendeu ontem que as sanções impostas à Rússia, devido às suas acções na Ucrânia, devem manter-se.

Falando após um encontro com o Presidente ucraniano, Petro Poroshenko, Merkel disse que a Alemanha apoiará a manutenção das sanções da União Europeia à Rússia, impostas por causa do apoio de Moscovo aos rebeldes no leste do território ucraniano, argumentando com a falta de progressos na aplicação do acordo de paz de 2015.

Mais de 10.000 pessoas foram mortas durante combates no leste da Ucrânia, que começaram em 2014, algumas semanas após a anexação pela Rússia da península ucraniana da Crimeia.

O acordo de paz assinado em Minsk, em 2015, ajudou a reduzir a escala do conflito, mas os combates prosseguiram e o processo para alcançar uma solução política encontra-se num impasse, pelo qual a Rússia e a Ucrânia se culpam mutuamente.

Poroshenko insta insistentemente a Rússia a retirar as suas forças e armamento do leste da Ucrânia, e a Rússia nega ter forças naquele território.

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