A paz degradou-se em 27 dos 44 países da África Subsahariana, no ano passado, segundo o Índice Global da Paz (GPI), ontem divulgado, um relatório do Instituto para a Economia e Paz, que monitoriza 163 países.

Os países que registaram as mais significativas melhorias foram o Ruanda, Gâmbia, Djibouti, eSwatini (antiga Suazilândia) e a Somália, onde os conflitos internos diminuíram de intensidade no período em análise, colocando o país na 158ª posição no ranking global e retirando-o este ano do grupo dos cinco menos pacíficos do mundo, liderado pelo Afeganistão.

Em sentido inverso, as maiores cinco degradações do GPI ocorreram no Burkina Faso, Zimbabwe, Togo, Serra Leoa e Namíbia.

O indicador relativo aos “conflitos em curso” degradou-se, em termos médios, em toda a região, devido, fundamentalmente, à deterioração da paz em 25 países, sendo que, entre estes, a escalada de violência foi mais acentuada no Burkina Faso, Zimbabwe, Camarões, Mali e República Centro-Africana, assinala o relatório do Instituto para a Economia e Paz, que classifica 163 países (99,7% da população mundial) de acordo com 23 indicadores qualitativos e quantitativos de paz.

 

 

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O PRESIDENTE do Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) defendeu ontem a abolição dos vistos nas viagens entre os países africanos, considerando que isso será “crucial” para aumentar a integração regional e potenciar o desenvolvimento económico. Leia mais

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As autoridades norte-americanas apresentaram,formalmente,a um tribunal britânico o pedido de extradição do fundador do WikiLeaks, Julian Assange, detido no Reino Unido, confirmaram ontemo porta-voz da organização e fonte do Governo dos EUA.

Assange enfrenta nos EUA uma acusação consubstanciada em18 crimes, incluindo a divulgação de informação classificada e conspiração com Chelsea Manning, ex-militar norte-americano, para quebrar senhas de computadores do Departamento de Defesa dos EUA.

O fundador do WikiLeaks foi preso pela Polícia britânica,depois de ter sido expulso, a11 de Abril, da embaixada do Equador em Londres, onde se tinha refugiado desde 2012, cumprindo uma pena de 50 semanas,por ter violado as condições de fiança estabelecidas em 2010.

Na próxima sexta-feira, o tribunal de Westminter, em Londres, vai analisar as provas de apoio apresentadas pelas autoridades norte-americanas, que pedem a extradição de Assange para os EUA, disse hoje Kristinn Hrafnsson, porta-voz do WikiLeaks.

A audição judicial será o primeiro momento de confronto entre a defesa de Julian Assange e as autoridades dos EUA, num processo que se deverá prolongar-sepor vários meses, até uma decisão do tribunal britânico.

A justiça norte-americana invoca a lei anti-espionagempara imputar várias acusações de crime a Julian Assange, considerando que o responsável do WikiLeaks divulgou informação classificada quando publicou cerca de 250 mil telegramas diplomáticos e mais de 500 mil documentos confidenciais relativos à actividade das Forças Armadas dos EUA no Iraque e no Afeganistão.

Kristinn Hrafnsson diz que a invocação de legislação anti-espionagempara a acusação da justiça norte-americana revela “uma estrutura legal arcaica”, que é agora usada “de forma inédita” para atentar “contra o jornalismo e contra a liberdade de Imprensa”.

Julian Assange não deverá comparecer na audiência da próxima sexta-feira, encontrando-se numa unidade médica prisional, nos arredores de Londres, devido a complicações de saúde.

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A EMOÇÃO ainda está viva na aldeia maliana de Sobane-Kou, abalada por um massacre que ocorreu da tarde de domingo à manhã de segunda-feira. Os corpos das vítimas foram enterrados na tarde segunda-feira, enquanto muitas outras pessoas são dadas como desaparecidas. Leia mais

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O Secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, enviou hoje uma mensagem a congratular o povo russo pela celebração do Dia da Rússia, na quarta-feira, sublinhando as aspirações russas para manter os “princípios democráticos”.

A mensagem de Mike Pompeo foi divulgada pelo Departamento de Estado norte-americano, em nome do Presidente Donald Trump, e refere-se às celebrações do próximo dia 12 de Junho.

“Ao passarem quase três décadas desde o início das reformas constitucionais na Rússia, os Estados Unidos da América honram as aspirações do povo russo em dar continuidade aos princípios democráticos da liberdade universal, liberdades civis e o Estado de Direito”, lê-se na mensagem.

A 12 de Junho comemora-se naquele país um dos mais recentes feriados nacionais, o Dia da Rússia, que marca, em 1990, a promulgação, pelo Congresso dos Deputados do Povo da República Socialista Federativa Soviética da Rússia (RSFSR), da Declaração de Soberania Estatal da Rússia.

No documento foi proclamada a supremacia da Constituição da Rússia e as suas leis.

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