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Vinte e cinco mortos e 50 feridos é o balanço preliminar de um acidente ferroviário, seguido de incêndio dentro da estação de comboios, ocorrido hoje, na cidade do Cairo, no Egipto.

O fogo deflagrou devido à explosão do tanque de combustível da locomotiva, que embateu contra uma barreira na estação ferroviária, deixando vários corpos carbonizados espalhados pelas linhas.

Os funcionários da empresa ferroviária disseram que a locomotiva circulava em alta velocidade quando colidiu de frente com uma barreira na estação de comboios de Ramsés.

Um vídeo vigilância mostrou o momento do impacto e quando as pessoas foram envolvidas pelas chamas e fumaça. Mostrou ainda corpos carbonizados que estavam na plataforma e um homem em chamas descendo a correr uma escada em pânico.

Não há ainda informações de que se trate de um acto terrorista. No entanto, um funcionário da empresa ferroviária, sob anonimato, disse que era cedo demais para descartar tal hipótese.

Um inspector-geral dos caminhos-de-ferro do Egipto, Ashraf Momtaz, disse à agência de notícias Associated Press (AP) que havia vários cenários para o incidente. Não ficou claro ainda se a locomotiva tinha um maquinista no momento do incidente, acrescentou Momtaz.

O procurador-geral do Egipto, Nabil Sadek, ordenou uma extensa investigação e enviou uma equipa de investigadores para a estação.

Mohammed Said, chefe do Hospital da Ferroviária do Cairo, disse que o número de mortos pode aumentar. Entretanto, a ministra da Saúde, Hala Zayed, disse que muitos dos feridos estão em estado grave, tendo sofrido queimaduras graves.

Por sua vez, o primeiro-ministro do egípcio, Mustafa Madbouli, disse que as autoridades devem determinar “quem causou o acidente e o responsabilizar”, prometendo ainda "punição severa" para os culpados.

Em consequência do desastre, o ministro dos Transportes, Hicham Arafat, pediu a demissão do cargo, mas "o primeiro-ministro aceitou a demissão", indicou em comunicado o gabinete do chefe do Governo.

O sistema ferroviário do Egipto tem um histórico de equipamentos mal conservados e má gestão. Números oficiais revelam 1.793 acidentes de comboio registados em 2017 em todo o país. (Notícias/CM)

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COM país em protesto contra um eventual quinto mandato do Presidente Abdelazize Bouteflika, o primeiro-ministro argelino, Ahmed Ouyahia, recomendou na segunda-feira os manifestantes a irem votar em Abril próximo. Leia mais

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