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A primeira-dama dos Estados Unidos da América, Melania Trump, afirmou ontem, em entrevista a uma televisão local, que não confia em certas pessoas que trabalham na Casa Branca com o seu marido, o Presidente Donald Trump.
Na entrevista à ABC, Melania Trump foi questionada se desconfia de algumas pessoas que trabalham com o Presidente, respondendo afirmativamente, salientando que já comentou esse assunto com Donald Trump.
“Algumas pessoas já não trabalham lá”, disse a primeira-dama, assegurando que não confia em algumas pessoas da actual administração.
Melania disse que “é mais difícil governar, pois é necessário guardar sempre as costas”, referindo-se a uma alegada falta de confiança no gabinete presidencial.
Em Setembro, o The New York Times publicou uma coluna anónima assinada por um "alto funcionário do governo", na qual revelou a existência de um movimento interno na Casa Branca que trabalha na sombra, tentando conter algumas das decisões de Donald Trump.
Na mesma entrevista, a primeira-dama destacou que é uma das pessoas “mais assediadas do mundo", razão pela qual começou a campanha "Seja Melhor", focada em crianças e contra o assédio na Internet.
“Poderia dizer que eu sou uma das pessoas mais assediadas no mundo. Basta ver o que as pessoas dizem sobre mim nas redes”, lamentou Melania, na entrevista que deu durante a sua deslocação à África.
A primeira-dama americana visitou recentemente o Gana, Malawi, Quénia e Egipto, na sua primeira visita sem o marido desde a chegada dos dois à Casa Branca.
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O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, atacou ontem novamente a China com violência na frente comercial, acusando Pequim de pensar que os norte-americanos são “burros”.
“Eles viveram demasiado bem durante demasiado tempo”, criticou Trump, numa longa entrevista ao canal televisivo Fox News.
O chefe de Estado norte-americano retomou os seus argumentos habituais, segundo os quais a China deve à sua expansão económica ao dinheiro dos Estados Unidos e ao escoamento dos seus excedentes comerciais para aquele país.
“Nós ajudámos a reconstruir a China mais que qualquer outro país, a China levava-nos 500 mil milhões de dólares por ano”, mas agora, isso acabou, insistiu Donald Trump.
“Francamente, acho que eles pensam que os americanos são burros. Os americanos não são burros”, sublinhou.
Donald Trump falou dos direitos aduaneiros adicionais que recentemente impôs a 250 mil milhões de dólares de importações chinesas.
Na sua opinião, “isso já teve um grande impacto: a economia deles abrandou acentuadamente”.
O Fundo Monetário Internacional (FMI) acaba de baixar ligeiramente a sua previsão de crescimento para a China no próximo ano, de 6,4% para 6,2%, o que será o pior resultado do país asiático desde 1990.
“Posso fazer muito mais, se quiser”, ameaçou o Presidente norte-americano, deixando mais uma vez planar o espectro de novas taxas aduaneiras.
“Não quero fazê-lo, mas é necessário que eles venham sentar-se à mesa de negociações”, acrescentou.
Pequim “quer desesperadamente negociar, mas eu disse-lhes que eles ainda não estão preparados para fazer as concessões necessárias”, explicou Trump.
A guerra comercial entre os Estados Unidos e a China, que está a levantar cada vez mais preocupações na economia mundial, caracterizou-se nas últimas semanas pelo redobrar dos ataques frontais da Administração Trump às autoridades chinesas, acusadas de violações em massa dos direitos humanos, do roubo de tecnologia, de militarização indevida do mar do sul da China e até de ingerência nas eleições norte-americanas.
Por sua vez, o vice-presidente norte-americano, Mike Pence, aproveitou hoje uma reunião dos países da América Central em Washington para os instar a não cederem aos apelos chineses para o seu desenvolvimento económico.
“Numa altura em que estão a criar parcerias comerciais com outras nações, incluindo a China, exortamos-vos a exigir, antes de tudo, transparência e a preservar os vossos interesses de longo prazo, assim como os nossos”, disse Pence aos Presidentes das Honduras e da Guatemala, Juan Orlando Hernandez e Jimmy Morales, respetivamente, e ao vice-presidente de El Salvador, Oscar Samuel Ortiz Ascencio.
O principal assessor económico da Casa Branca, Larry Kudlow, afirmou hoje que, a longo prazo, “gostaria de ver uma paz comercial” com a China, mas defendeu que a economia norte-americana “é a melhor do mundo” e que “isso vai continuar, independentemente” de como se desenrolem as relações com o país asiático.
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A POLÍCIA do Zimbabwe prendeu ontem líderes sindicais e dezenas de activistas, antes de marchas convocadas, mas proibidas pelas autoridades, para protestar contra o agravamento da crise económica no país. Leia mais
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O PRESIDENTE da African Rainbow Minerals (ARM) considerou esta semana que o Governo sul-africano falhou na questão da reforma agrária, porque mais de duas décadas depois do fim do “apartheid” existe hoje no país a uma sensação infelicidade, alienação e exclusão na comunidade negra. Leia mais
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Os Estados Unidos anunciaram, ontem, que não vão financiar a reconstrução da Síria, em guerra desde 2011, enquanto as forças iranianas e os soldados apoiados por Teerão não abandonarem o país
“Temos sido claros: se a Síria não garantir a retirada total das forças apoiadas pelo Irão não receberá um único dólar dos Estados Unidos para a reconstrução”, afirmou o Secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo.
A administração norte-americana quer uma resolução política e pacífica, depois de sete anos de conflito, que já causou mais de 360.000 mortos e mais de um milhão de feridos, bem como “a retirada das forças iranianas da Síria”, defendeu Pompeo.
“Hoje, o conflito na Síria está a virar”, afirmou, durante um discurso no Instituto Judaico de Segurança Nacional da América, reiterando que o regime do líder sírio, Bashar al-Assad, reforçou o seu controlo no terreno graças à Rússia e ao Irão.
O grupo extremista Estado Islâmico aponta que, “embora ainda não completamente erradicado, é agora uma sombra de si mesmo”.
Mais de cinco milhões de sírios abandonaram o seu país desde o início do conflito e milhões de outros estão deslocados na Síria.
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