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A NOVA ponte de Tete, construída sobre o rio Zambeze, foi ontem aberta oficialmente ao tráfego rodoviário.

O acto inaugural foi testemunhado pelo Presidente da República, Armando Guebuza, acompanhado por entidades governamentais a vários níveis, membros do corpo diplomático, empresários, população, entre outros convidados.

A nova infra-estrutura, baptizada com a designação histórica de Ponte Base Kassuende, foi concebida para suportar volume e carga em linha com as actuais necessidades e é dotada de uma capacidade para acomodar todo o tipo de tráfego pesado.

Dados a que o “Notícias” teve acesso no local da inauguração indicam que a nova infra-estrutura foi concebida precisamente para aliviar a pressão sobre a antiga Ponte Samora Machel, também sobre o rio Zambeze, construída há mais de 50 anos, para servir a cidade de Tete e toda a região. Na altura da sua projecção, não estava previsto que suportasse volumes de carga de tráfego pesado que actualmente atravessam a região. Tete, conforme se sabe, constitui-se em província “pivot” do trânsito rodoviário de pessoas e bens oriundos do Malawi, Zâmbia e Zimbabwe, com destino aos portos da Beira e Nacala e também a outras paragens da região.

De há uns tempos a esta parte, este volume registou um acréscimo bastante significativo devido à exploração mineira e outras actividades afins, sendo que a substituição da Ponte Samora Machel por uma nova ponte, a partir de uma determinada altura, tornou-se essencial para potenciar ou seja suportar o crescimento e o desenvolvimento do tecido socioeconómico da região.

O “Notícias” apurou ainda que com a entrada em funcionamento da Ponte Base de Kassuende, a circulação sobre “Samora Machel” passa a ser estritamente limitada ao tráfego ligeiro e motociclos.

A ponte ontem inaugurada possui cerca de dois quilómetros de cumprimento e 15 metros de largura, com duas vias de circulação, bermas e passeios para cada um dos sentidos. As obras estão avaliadas em 3.600 milhões de meticais.

Esta é a quarta maior ponte do país, depois da Ponte Dona Ana, Ponte da Ilha de Moçambique e Ponte Armando Guebuza.

O acto inaugural da nova ponte consistiu numa cerimónia tradicional em que foram evocados os espíritos dos antepassados, corte da fita, descerramento da lápide, apresentação do projecto, visita à exposição fotográfica respeitante à construção desta infra-estrutura, momento cultural e intervenções diversas. Ao longo do acto, soubemos que o projecto de construção da ponte contempla a reabilitação, operação e manutenção de rotina das estradas nacionais N7 e N8, numa extensão aproximada de 260 quilómetros, manutenção de rotina da estrada entre Cassacatiza e Tete (N9), cerca de 270 quilómetros, manutenção de rotina da estrada entre Colomue e Mussacama (N304), cerca de 150 quilómetros, operação e manutenção de rotina da Ponte Samora Machel e assistência e vigilância no total de 700 quilómetros das vias concessionárias.

Falando no acto inaugural deste empreendimento socioeconómico, o Presidente Guebuza descreveu a ponte como promotora do desenvolvimento não só da província de Tete, mas também do país e de toda a região do hinterland, com destaque para o Malawi, a Zâmbia e o Zimbabwe.

“A ponte está aqui”, disse Armando Guebuza, salientando que esta é mais um produto do Governo, um Governo de realizações com impacto directo na vida das comunidades.

Guebuza disse que a nova ponte integra-se numa grelha de infra-estruturas idênticas construídas ao longo da década da sua governação. Afirmou que para além desta infra-estrutura existem outras ainda em progresso e citou como exemplo as treze pontes ao longo da estrada que liga Ile, Guruè, na Zambézia, e Cuamba, no Niassa; sete pontes em Litunde e Marrupa, no Niassa; as pontes sobre os rios Incomáti e Umbeluzi, em Maputo, a Ponte Maputo-Catembe, na cidade de Maputo, entre outras.

Explicando o sentido de Kassuende, Guebuza disse tratar-se de uma importante base militar que serviu de retaguarda segura durante a luta armada de libertação de Moçambique para a abertura da frente de Tete.

“Kassuende carrega a agenda de luta contra a pobreza. E a Ponte Kassuende vai responder aos desafios impostos pelo crescimento da indústria extractiva e mineira nesta província”, sublinhou o Presidente da República.

Salomão Muiambo, em Tete

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