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O PRESIDENTE da República, Filipe Jacinto Nyusi, disse, domingo, em Dar-es-Salaam, Tanzania, que Moçambique está calmo e estável, sendo que o desafio actual e permanente é a manutenção da paz como pressuposto fundamental para o desenvolvimento do país.

Falando numa audiência com diplomatas de países africanos acreditados na Tanzania, o Chefe do Estado, que efectua uma visita de Estado de três dias a este país, referiu-se às eleições gerais de 15 de Outubro de 2014, afirmando que elas foram consideradas pela comunidade internacional como tendo sido justas e transparentes e decorrido num ambiente ordeiro. Disse que o Conselho Constitucional (CC) proclamou a sua vitória nas presidenciais e a do seu partido, a Frelimo, nas legislativas, que a permitiu estar no Parlamento com a maioria dos 250 deputados, seguido da Renamo e MDM, também concorrentes às eleições.

A primeira vez que Filipe Nyusi se reuniu com diplomatas africanos na Tanzania foi durante a pré-campanha eleitoral, aos quais deu a conhecer as linhas de força do seu projecto de governação. Na circunstância, os diplomatas colocaram ao candidato algumas preocupações, uma das quais a paz e a estabilidade do país.

O Presidente da República afirmou que, em Moçambique, o poder conquista-se por vias democráticas e que neste momento as instituições legalmente estabelecidas, a exemplo da Assembleia da República, estão em funcionamento. Disse que o Governo tem estado a gerir as reclamações da Renamo, com o esforço centrado no diálogo.

Informou que na área económica as atenções do Governo estão viradas na manutenção de um crescimento na ordem de 7,5 por cento, alcançado o ano passado. Assegurou que Moçambique continuará a fazer parte dos fóruns internacionais como as Nações Unidas, a União Africana, a SADC, entre outros organismos.

No quadro da recente cimeira de Chefes de Estado e de Governo da região realizada em Harare, a capital zimbabueana, sobre a industrialização, afirmou que Moçambique apoia esse desiderato e irá avançar com actos concretos com vista a tornar a zona industrializada.

ABANDONAR RECLAMAÇÕES E LIDERAR PROCESSOS

Na União Africana, disse que Moçambique defende a unidade do chamado continente negro, em paz e estabilidade rumo ao desenvolvimento, trabalhar com todos os países africanos para a prevenção e resolução pacífica de conflitos. Condena todo o tipo de terrorismo e actos visando alcançar o poder por vias antidemocráticas.

Na ocasião, alguns diplomatas colocaram questões ao Chefe do Estado, dentre as quais o pensamento dos líderes africanos sobre as trocas comerciais entre os seus países, passos para a redução da dependência em relação às nações desenvolvidas, investimentos que estão a ser feitos para garantir uma educação de qualidade, pesquisas científicas em vários domínios, igualdade de género, gestão de recursos naturais para que sejam uma bênção e não maldição, entre outras preocupações.

Em resposta, o Presidente da República disse que não é um profeta para África e os seus problemas, acrescentando que as observações e questões levantadas ajudam a uma reflexão em grande, sobretudo tendo em conta que Moçambique iniciou um novo ciclo de governação.

Filipe Nyusi frisou que os povos africanos devem deixar de reclamar e passarem a liderar os processos de desenvolvimento. Sobre as trocas comerciais, indicou que o primeiro passo é garantir que a produção interna para o consumo seja suficiente, devendo investir-se na produtividade com recurso às tecnologias apropriadas.

Sublinhou que no quadro do seu programa, o Governo está a incentivar a produção e a produtividade, para garantir a competitividade no mercado internacional. A aposta na promoção de pequenas e médias empresas constitui outro dos objectivos plasmados no programa quinquenal de governação.

A educação é um sector de capital importância para a vida do país, sendo por isso que o novo ciclo de governação criou o Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano. Neste quadro, as atenções do Executivo estão centradas na garantia duma educação de qualidade, destacando-se a formação de professores e de gestores da educação, bem como o investimento em infra-estruturas escolares e o respectivo apetrechamento.

No que diz respeito à promoção do género, o Chefe do Estado afirmou que Moçambique está no bom caminho, apesar de ainda não ter atingido grandes índices. Disse que a mulher moçambicana está a alcançar enormes progressos em diversos domínios, com destaque para os centros decisórios.

FELISBERTO ARNAÇA, em Dar-es-Salaam


 

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