O EX-DIRECTOR dos serviços secretos dos Estados Unidos (CIA) John Brennan (2013-2017) disse na quarta-feira que o Presidente Donald Trump vai causar “danos duradouros” à sociedade norte-americana e à posição do país no mundo. Brennan referia-se à reacção de Trump aos acontecimentos em Charlottesville, no sábado, onde um neonazi investiu com o seu carro contra uma manifestação antirracista, matando uma mulher e ferindo duas dezenas de pessoas. O Presidente responsabilizou “os dois lados” e sublinhou que os grupos de esquerda também atacaram os de extrema-direita. “As palavras de Trump, e as convicções que reflectem, são uma desgraça nacional, e todos os norte-americanos de consciência têm de repudiar estes comentários horríveis e perigosos”, disse Brennan. A reacção de Trump aos acontecimentos de Charlottesville ao assassínio de uma mulher por um neonazi gerou uma onda de críticas de todos os sectores estadunidenses.

UMA criança de 10 anos violada e impedida de realizar um aborto por um tribunal indiano deu ontem à luz, por cesariana, uma bebé de 2,2 quilos num hospital, no norte do país, e ambas estão bem de saúde. “ (…) Até ao momento, tanto a bebé como a mãe encontram-se bem”, disse à Agência EFE o médico Dasari Harish, director do grupo encarregado de tratar da criança no hospital da cidade de Chandigarh. No passado dia 28 de Julho, o Tribunal Supremo da Índia proibiu que a criança de 10 anos abortasse por considerar, depois de reunido um conselho médico, que o procedimento era demasiado perigoso para a menor, que se encontrava entre 32 a 33 semanas de gravidez. A lei indiana estabelece que, passadas 20 semanas de gestação, a mulher não pode submeter-se a um aborto, a não ser que o feto tenha alguma anomalia.

O PRESIDENTE sul-coreano, Moon Jae-in, garantiu ontem que não haverá qualquer guerra na península coreana, apesar das tensões geradas pelo programa nuclear norte-coreano. “Todos os sul-coreanos trabalharam para reconstruir o país que estava em ruínas após a Guerra da Coreia”, declarou Moon, numa conferência de imprensa que assinalou os primeiros 100 dias da sua presidência. “Evitarei a guerra a todo o custo. Quero que todos os sul-coreanos fiquem convencidos de que não haverá guerra”, afirmou. Moon explicou que tem poder de veto sobre qualquer acção militar de Washington, aliado da Coreia do Sul, contra a Coreia do Norte. “Ninguém pode tomar a decisão de uma acção militar na península coreana sem o nosso consentimento”, afirmou.

A RÚSSIA vai propor ao Governo são-tomense "projectos muito importantes" de cooperação na área de ciência e telecomunicações que envolvem a cobertura do país pelo satélite angolano que será lançado brevemente, disse quarta-feira o embaixador russo em São Tomé e Príncipe (STP), Vladimir Tararov. "Estamos a beira de lançar um satélite angolano com grandes possibilidades de cobertura de toda essa área e que entra também São Tomé e Príncipe. Já concebemos projectos muito importantes a propor à parte são-tomense para estudarem", disse Tararov aos jornalistas à saída de um encontro com o Presidente são-tomense Evaristo Carvalho. O embaixador disse ainda que o "projecto" vai permitir uma maior "segurança dos cidadãos, do Estado, da economia e circulação de pessoas". Segundo Tararov, o seu país pretende igualmente instalar em São Tomé um centro comercial para abastecer os países da sub-região.

O NÚMERO de refugiados sul-sudaneses no Uganda chegou a um milhão, revelaram ontem as Nações Unidas. O Governo do Uganda diz estar a ter dificuldade em lidar com o fluxo de pessoas que fogem da guerra civil do Sudão do Sul e a agência de refugiados da ONU insta a comunidade internacional a doar mais para ajuda humanitária. Uma média de 1.800 sul-sudaneses chegou diariamente ao Uganda nos últimos 12 meses, indicou o Alto Comissariado da ONU para os Refugiados (ACNUR) em comunicado. Outro milhão de pessoas do Sudão do Sul está refugiado no Sudão, Etiópia, Quénia, Congo e República Centro-Africana. O número de pessoas a fugir aumentou após os combates mortais na capital sul-sudanesa, Juba, em Julho de 2016.

VÁRIAS missões de observação das eleições de 8 de Agosto no Quénia exortaram ontem a Comissão nacional eleitoral (IEBC) a publicar o mais rápido possível na íntegra os registos das 40 mil e 883 assembleias de voto, indispensáveis para corroborar com os resultados oficiais das presidenciais, contestadas pela oposição. A influente Fundação Carter, cuja missão no Quénia é chefiada pelo antigo secretário de Estado norte-americano, John Kerry, "encoraja o IEBC a finalizar a publicação dos formulários 34A (das assembleias de voto) o mais rápido possível, tendo em conta a data limite de 18 de Agosto (hoje) para a apresentação de recurso contra os resultados das eleições presidenciais". A União Europeia e o Instituto Democrático Nacional (NDI), sedeada em Washington, lançaram apelos semelhantes à Comissão Eleitoral.

PELO menos 40 pessoas morreram na quarta-feira num deslizamento de terra que engoliu uma aldeia de pescadores no nordeste da República Democrática do Congo, informou ontem fonte oficial. Fortes chuvas provocaram o deslizamento de terra na encosta ocidental do lago Alberto, em Ituri, causando os 40 mortos na localidade de Tora, declarou à Agência France Presse Pacifique Keta, vice-governador da província de Ituri. “Ontem (quarta-feira) enterramos 28 corpos e hoje (ontem) os nossos serviços vão enterrar outros 12”, precisou. Hervé Isamba, director do hospital de Tshomia, do qual depende a localidade de Tora, disse que “foram admitidos nos serviços quatro sobreviventes que ficaram feridos no acidente”. A pesca no lago Alberto é uma das principais actividades económicas em Ituri, região fronteiriça ao Uganda.

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