Director: Júlio Manjate   ||  Directora Adjunta: Delfina Mugabe

NÃO passa muito tempo que uma cidade chinesa acordou inesperadamente coberta de poeira. Já antes havia caído num país que não me vem à memória, uma chuva pegajosa. Nas Filipinas, em 2012, caiu peixe do céu juntamente com chuva forte. E os cientistas vieram dizer que o cardume fora retirado das lagoas e ocêanos pelos furacões e vendavais, e lançado depois para o ar, tendo posteriormente caído naquele país.

Há pouco menos de um mês morreram pessoas no Japão devido a temperaturas elevadas. Neste preciso momento, Portugal está em chamas. Estamos em Agosto e no nosso país estão a registar-se temperaturas anormais. Aliás, o INAM (Instituto Nacional de Meteorologia) veio nos dizer que por estas alturas os termómetros estariam a registar médias de 26 graus centígrados de máxima. Mas o mercúrio sobe até 35 graus Celcius num dia e noutro desce para 22.

Naqueles tempos, Deus disse a Noa para que construisse a arca porque viria um dilúvio que engoliria tudo. E disse ainda que avisasse à toda gente que isso iria acontecer. Mas ninguém deu ouvidos à palavra. Hoje, a palavra volta mais clara do que nunca e parece que também ninguém liga patavina.

Agora mesmo, a NASA veio nos dizer que está a construir uma sonda espacial que se vai aproximar do sol, uma estrela com temperaturas acima dos seis mil graus Celcius. Os cientistas dizem que é uma missão de estudo. Eles próprios reconhecem que é extremamente perigoso o que vão fazer, mesmo assim estão decididos em avançar.

A conversa da Coreia do Norte parece ter voltado à estaca zero. Há imagens recentes, segundo fontes internacionais, a mostrarem veículos que entram e saem num lugar que é considerado de produção de armamento nuclear em território coreano. Donald Trumph virou os “canos” para o Irão, decretando aquilo que ele próprio considera sanções severas. Por causa das armas nucleares, supostamente detidas por aquele país do médio oriente. E a medida de Washington não encontra eco na União Europeia e na Rússia.

Parece haver vontade, por parte de alguns poderosos, de premir nos botões para tudo isto explodir. E ninguém tem dúvida de que a acontecer isso, nem as cinzas vão sobrar sobre a terra. Há bombas que podem fazer desaparecer um país inteiro em poucos segundos. E a partir daí podemos fazer o resto das contas.

Para além da subida das temperaturas globais e da produção voraz de armamento de super-extermínio, há outros sinais que o mundo está a receber. Ou que está a emitir. Mesmo assim há muitos que dizem que isto vai passar. Na verdade, tudo isto pode passar, mas para dar lugar às cinzas. O pior é que há uma sensação de que ninguém tem medo. Através das imagens transmitidas nas televisões mundiais, vemos sangue em todo o lado. A incerteza em todo o lado.  Estamos na selva, onde os próprios leões já não dormem tranquilos.

A pornografia atingiu níveis assustadores. Parece que estamos em Sodoma e Gomorra. Nos “chapas”, nas ruas, nas escolas, nas barracas onde se bebe veneno disfarçado em garrafas, cujos líquidos emanam um agradável cheiro a “gin”, adolescentes e jovens devoram incansavelmente os bacanais nos telefones celulares. Os adultos também não ficam atrás. Casados e solteiros. Homens e mulheres. É o fim da macacada!

Se esta febre ainda ficasse pelo fim da macacada, seria o menos. O pior é que podemos estar a caminhar para o fim do mundo! Onde já não poderemos ter o verde, porque a água está a minguar. E sem água ...!!!

Abraços.

Alfredo Macaringue

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