Director: Júlio Manjate   ||  Director(a) Adjunto(a): 

A GOVERNAÇÃO do Presidente Filipe Jacinto Nyusi, na sua perspectiva de equilíbrio, longe de perpetuar assimetrias, coloca a província de Gaza em rota de desenvolvimento, com implantação de infra-estruturas e diversos serviços nunca antes tidos.

Semana passada foi de uma movimentação pouco comum, nos distritos de Chibuto, Chongoene, Xai-Xai e Bilene, pela ordem cronológica. Não foi apenas porque as populações destes locais tiveram o ensejo de ver o seu presidente, mas, sobretudo, por aquilo que o presidente foi fazer, nesta que foi a terceira visita do Chefe do Estado a esta província, só este ano.

Aliás, quando da inauguração da estrada que parte de Nwadjahane para Macuácua, no distrito de Mandlakazi, Filipe Nyusi deixou a promessa de, a breve trecho, voltar a esta província, para fazer outras inaugurações. Dito e feito, pois, o prometido é devido. A promessa foi paga.

No Chibuto, inaugurou um complexo comercial que contempla um supermercado, um hotel, diversas lojas e bombas de combustível ora em construção. Tudo isto aconteceu depois de se terem feito ensaios de exploração de areias pesas, neste mesmo distrito e ter se comprovado que o minério é de elevadíssima qualidade. E é mesmo pela abertura desta mina que nasceu um novo bairro, onde foram reassentadas as famílias que viviam no local do projecto.

Em Chongoene, lançou a primeira pedra para a construção do há muito esperado aeroporto, que o considera saída aérea de emergência, para uma província ciclicamente assolada por desastres naturais, como cheias, inundações e outros fenómenos que inspiram necessidade de total resiliência. No mesmo dia e também no mesmo distrito de Chongoene, Filipe Nyusi inaugurou um novo edifício (foi baptizado com o nome de Xigovia), da Universidade Pedagógica, na delegação de Gaza, passando a contar com um total de 36 salas, depois de funcionado em salas emprestadas durante muito tempo.

Passou por Xai-Xai, onde inaugurou a central de processamento de hortofrutícolas do Limpopo, construída pelo Regadio do Baixo Limpopo (RBL) e terminou o seu périplo com a inauguração da fábrica de processamento de castanha de cajú, na Macia, distrito de Bilene.

Voltando para Chibuto e Chongoene, é importante que nos lembremos que a criação de infra-estruturas tem as suas implicações na vida das pessoas. Nas zonas periféricas de unidades fabris, como no projecto de areias pesadas, podem surgir outros negócios de prestação de serviços e muitos até de carácter informal. À volta do bairro dos reassentados, outras residências podem ser erguidas, o mesmo em relação às redondezas do local onde está sendo construído o aeroporto, em Chongoene.

Deste modo, gostaria de partilhar a atenção com quem de direito, em termos de gestão de terra, para que nunca se perca de vista a possibilidade de muitas vontades fluírem para estes locais, que de um momento para o outro se tornaram apetecíveis. Pode ser que aconteçam construções desordenadas, em caso de alguma distracção, trazendo daí muitos dissabores, como as demolições que em muitos municípios têm ocorrido, devido à ocupação de espaços de forma indevida. Aliás, toda a extensão da estra nacional número 102, que parte da EN1, em Chongoene, até Chibuto, que pode ainda ser circular (é possível continuar-se para Guijá e Chókwè), passa a ser centro de atenções.

É mera chamada de atenção, para a possibilidade de parcelamentos, antes que venham surpresas desagradáveis. Jogando limpo(po), claro...

César LangaEste endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

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