LIMPOPO: Continuando com “Samora Machel”  (César Langa Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

 

FOI notícia, neste “Notícias”, semana passada, que um grupo de antigos estudantes da Escola Secundária Samora Machel organizou-se e criou um movimento destinado a pintar e a melhorar o visual da escola por onde passaram. Tendo eu a Beira como minha segunda cidade, em razão de ter feito lá partes da minha adolescência e juventude e,por via disso mesmo, também ter frequentado a Escola Secundária Samora Machel, fiquei sensibilizado com o que li no jornal, trazido pelos colegas da Delegação local.

Mas, mais comovido ainda fiquei quando li o “Histórias e Reflexões” do colega Eliseu Bento, falando sobre o mesmo assunto, contando a história do Ntewane com o professor Diamantino Coelho (foi secretário da Associação de Futebol da Cidade de Maputo e depois primeiro director executivo da Liga Moçambicana de Futebol) e logo me lembrei da história de uma professora ter sido obrigada a pegar na enxada e capinar num dos terrenos do recinto escolar, punida devido a alguma irregularidade de que não me lembro. O autor da façanha fora o director Serpa Pinto, que viria a ser substituído por Miguel César.

Mas o meu propósito a-propósito da Escola Secundária Samora Machel não é apenas trazer retalhos de histórias, mas sugerir réplicas desta ideia dos antigos estudantes deste estabelecimento de ensino. Temos testemunhado obras feitas por diversas agremiações como associações de amigos e naturais desta ou daquela província, criando fundos para convívios e outras realizações em prol dos pontos do país com que se identificam por diversas razões.

Julgo que seria justo e salutar pensarmos também nas criações de antigos estudantes ou alunos desta ou daquela escola. Pode parecer não ser assim tão fácil associar-se a determinado estabelecimento de ensino, pois nos nossos percursos académicos constam passagens por várias escolas, mas a razão que “cala fundo” a cada um quando se lembra das escolas por onde passou podia ser o primeiro critério. De igual forma, também não ficaria mal que, dentro das suas possibilidades, alguém se associasse a mais escolas com as quais se identificasse.

Seriam grupos que ajudariam em várias realizações, incluindo a manutenção e apetrechamento das salas com carteiras e outros materiais afins, num movimento a ser gerido de forma autónoma pelos proponentes, mas em coordenação com os gestores das respectivas escolas, sem prejuízo para os conselhos de escolas, nem para o relacionamento escola - comunidade.

Longe de mim sugerir que o Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano ou outras instituições do Estado se eximam das suas responsabilidades neste sector. É apenas uma tentativa de trazer esta ideia da “Samora Machel” ao debate que, certamente, pode resultar em várias réplicas, jogando-se limpo(po).

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