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FOI assinalado a 6 de Fevereiro corrente o Dia Internacionalde Tolerância Zero à Mutilação Genital Feminina. A iniciativa pertence às Nações Unidas e inscreve-se nos esforços mundiais visando a erradicação ou, pelo menos, a diminuição desta prática que afecta pouco mais de 200 milhões de cidadãs em todo o mundo.

Rezam algumas crónicas que a prática de mutilação genital feminina é uma realidade costumeira em muitos países do chamado mundo em desenvolvimento (desde América Latina, passando pela Ásia, Médio Oriente e desaguando em África). Entretanto, há registos indicando que no mundo desenvolvido  (Inglaterra, Portugal e França) existem “bolsas” de comunidades imigrantes que praticam a mutilação genital feminina.

Esta prática é definida como se destinando a controlar a sexualidade da mulher. A mutilação genital feminina é um fenómeno arrepiante perante o qual ocorre-me questionar: porquê e para que serve esta hedionda prática. E, em que é que ela baseia-se? Será uma prática tradicional, cultural ou religiosa. E, sobretudo, o que ganham as sociedades onde tais práticas são promovidas, defendidas e executadas. A complexidade do assunto é tal que a sua abordagem não se apresenta fácil. Principalmente se se considerar que os seus defensores podem argumentar, por exemplo, que a circuncisão masculina é também uma mutilação genital. O que de facto é.

A mutilação genital feminina consiste na remoção parcial ou total do clítoris e/ou dos pequenos lábios, podendo ainda haver um corte dos grandes lábios (também chamado excisão), estreitamento do orifício vaginal com uma membrana selante, pelo corte e suturação dos pequenos e/ou grandes lábios, com ou sem excisão do clítoris (também chamado infibulação) e, em alguns casos o estiramento/alongamento dos lábios vaginais.

Já a circuncisãomasculina consiste na remoção doprepúciodopénis, sendo que, no procedimento considerado mais comum, o prepúcio é aberto, as aderências removidas e a pele separada daglande.Posteriormente, é colocado um grampo próprio para estabilizar o pénis e a pele do prepúcio cortada. Na maior parte dos casos, a circuncisão é uma cirurgia realizada por motivos culturais e religiosos. Noutros casos, a circuncisão masculina pode ser realizada como tratamento médico para curar uma série de doenças, entre as quais casos problemáticos que não respondam a outro tipo de tratamentos.

A circuncisão masculina está associada, segundo as Nações Unidas, à diminuição da incidência de formascancerígenasdovírus do papiloma humanoe à diminuição do risco deinfecções do trato urinárioe decancro do pénis.Entretanto, a prevenção destas condições não justifica a circuncisão de rotina em crianças. Os estudos sobre potenciais efeitos protectores contra outrasdoenças sexualmente transmissíveisainda não foram conclusivos. A circuncisão masculina não aparenta ter impacto negativo na função sexual dos homens.

Uma análise realizada em 2010 revelou que as circuncisões realizadas por médicos apresentavam uma taxa de complicações de 1,5% em bebés e 6% em crianças mais velhas, com alguns casos de complicações graves. Entre as complicações mais comuns estãohemorragias,infecçõese a remoção de demasiada ou insuficiente pele do prepúcio. As taxas de complicações são maiores quando o procedimento é efectuado por alguém inexperiente, em condições de pouca higiene ou quando a criança é mais velha. Há evidências que sustentam que a circuncisão masculina diminui o risco deinfecção por HIVentrehomens heterossexuaisnaÁfrica subsahariana.

Marcelino Silva-Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

 

 

 

 

 

 

 

 

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