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NÃO há, até aqui, qualquer “aviso de mau tempo” na decorrente campanha rumo à eleição intercalar na autarquia de Nampula. Quarta-feira, 24 de Janeiro, é o dia de todas as decisões e, felizmente, a ordem e tranquilidade continuam a caracterizar a corrida eleitoral.

Os políticos habituaram-nos, a partir de cenários anteriores, a promover campanhas arruaceiras, muitas vezes caracterizadas por lutas corpo e corpo, com artes marciais à mistura e com graves consequências daí decorrentes para os integrantes das diferentes caravanas eleitorais, incluindo a destruição de bens patrimoniais. Lembro-me amargamente de num desses ciclos de “caça ao voto” terem sido vandalizadas sedes de partidos políticos, queimados os materiais de campanha eleitoral e até de militantes de um e de outro partido, coligação de partidos e/ou grupos de cidadãos que pararam no hospital, necessitando de cuidados sanitários intensivos, depois de atingidos por paus, pedras e outros objectos, arremessados por contrários durante cruzamentos das caravanas. Tais confrontos ocorrem em quase todos os círculos eleitorais, não importando se de influência ou não deste ou daquele partido político e também se de eleições autárquicas, legislativas e presidenciais ou das assembleias provinciais.

Para o caso da eleição intercalar, o município de Nampula – órfão do seu autarca, barbaramente assassinado a 4 de Outubro de 2017 – Dia da Paz e Reconciliação – está de parabéns. Não estou em Nampula, mas a partir da cidade de Maputo, onde resido, acompanho através de diferentes canais de televisão, estações radiofónicas e jornais, quer sejam quotidianos ou hebdomadários e de outras plataformas de comunicação, a forma ordeira e tranquila em que decorre o processo. As caravanas eleitorais cruzam-se pelas diferentes artérias da cidade de Nampula e noutros lugares sem a ocorrência de quaisquer incidentes. Oxalá tal ritmo se mantenha até ao final da campanha, no próximo domingo, e a consequente realização da eleição na quarta-feira, dia 24. Acredito que tal vai acontecer, pois os cinco concorrentes, nomeadamente, Amisse Cololo, da Frelimo; Paulo Vahanle, da Renamo; Carlos Saíde, do MDM; Filomena Mutoropa, do PAHUMO, e Mário Albino, da AMUSSI, sabem e muito bem que acima das suas ambições políticas reside o interesse dos munícipes: a união e o bem-estar, a paz e o desenvolvimento da autarquia. Assim é o jogo político em democracias desenvolvidas.

Alimento, pois, a esperança de que seja quem for o vencedor do presente escrutínio, os outros concorrentes, porque maduros politicamente, saberão em primeiro lugar felicitar o eleito, não com lágrimas no canto do olho, mas com sorriso nos lábios, certos do contributo que terão dado para o aprofundamento da democracia no seu país. Escusado lembrar que em tais democracias os vencedores de hoje são os perdedores de amanhã e vice-versa.

Neste sentido e até a realização da eleição intercalar, continuarei a torcer por uma campanha eleitoral “sem avisos de mau tempo”, como dizem os meteorologistas, nas suas previsões do tempo, e por uma votação ordeira e pacífica, vencendo quem de facto melhor “vender” o seu programa eleitoral e, por essa via, merecer a confiança dos munícipes. Os que não conseguirem a eleição que não desfaleçam, pois, em Outubro deste ano, haverá mais eleições autárquicas.

Salomao Muiambo - (Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.)

 

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