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Agora que a Polícia Municipal decidiu abrir uma frente contra aqueles pequenos estabelecimentos e casas de pasto que não observam o estatuído na Postura Camarária no concernente ao horário de encerramento, urge-nos meter água na fervura, como se costuma dizer.

Há um comportamento degradante que nos vai corroendo, que está intimamente ligado às casas de diversão nocturna, vulgo discotecas, que entendemos estarem a merecer um tratamento mais feroz por parte da Polícia Municipal, mesmo no sentido de matar muitos coelhos e males numa só cajadada, como também se costuma dizer.

Vejamos que muitos desses estabelecimentos foram licenciados no meio de residências e ficam até ao nascer do sol, com toda a adrenalina própria desses lugares de diversão.

O que se tem verificado é que depois de uma noite “tórrida”, digamos assim, ainda se dão ao luxo de prolongar a barulheira pelas primeiras horas do dia seguinte, o mesmo que dizer que quem é vizinho de uma discoteca dorme com barulho, sonha a barulheira e desperta no meio de barulho.

O que nós propusemos é que esses estabelecimentos, já que não é possível se lhes retirar as licenças, infelizmente, deviam possuir um horário estipulado de funcionamento. Caso contrário, que sejam penalizados com multa.

Alguns desses lugares, devido à ausência de uma fiscalização rigorosa, dão-se ao luxo de aumentar o som das aparelhagens mesmo já de manhã, incomodando a quem ainda pretende aproveitar para rebolar um pouco mais na cama, no fim-de-semana, sobretudo.

As casas de diversão nocturna, bem como os respectivos gestores, na nossa opinião, têm de começar a ser tratados com o mesmo grau de violência com que violentam as pessoas que habitam à volta das suas discotecas. Onde nem ser que frequentam. Têm de aguentar porque “vizinho não se escolhe”.

Pensamos que se a Polícia Municipal se fizer presente, com os seus agentes a agirem com implacável integridade, poderá contribuir para o bem-estar e o sossego de muitas pessoas que acabam sendo vítimas de quem pediu licença para explorar uma discoteca no meio de uma zona residencial.

Se andam a “atacar” as barracas porque não querem respeitar o horário de encerramento, pensamos que no mesmo diapasão as casas de diversão nocturna têm de ser chamadas a observar muitos requisitos de urbanidade na cidade. 

NB: Publiquei esta crónica no ano passado. A sua repetição deve-se ao facto de nada estar a acontecer no concernente à mudança de atitude. É, portanto, um chamamento à atenção da Polícia Camarária para pôr mão dura aos infractores.

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