Director: Júlio Manjate   ||  Director(a) Adjunto(a): 

O MINISTRO do Interior, Jaime Basílio Monteiro, exortou ontem, em Maputo, aos novos quadros de direcção para a necessidade de se empenharem no reforço da prevenção do crime e na garantia de mais segurança para os cidadãos.

Falando na cerimónia em que conferiu posse a 15 novos quadros de direcção do Ministério do Interior e do Comando-Geral da Polícia, Basílio Monteiro disse pretender ver nos empossados maior celeridade e profissionalismo na investigação e esclarecimentos dos crimes, bem como maior rigor na defesa dos nossos recursos.

Para o ministro do Interior, é importante que os novos generais que assumiram cargos de chefia se engajem na crescente eficácia na protecção da nossa fronteira estatal, assim como na elevação da capacidade de protecção dos nossos espaços marítimos, lacustre e fluviais.

“Exortamos para que a vossa acção seja orientada na elevação dos padrões de organização dos seus sectores, privilegiando o trabalho em equipa, procurando incutir nos seus colaboradores a disciplina, o espírito de análise e compreensão crítica dos fenómenos, a necessidade de superação técnico-profissional permanente como pressupostos para o alcance dos resultados que almejamos. Deverão assegurar que os vossos sectores sejam o exemplo da integridade, devendo inspirar sempre uma maior empatia por parte dos cidadãos, o que deverá galvanizar a melhoria constante do vosso desempenho profissional e operacional, assente nos princípios do Estado de direito democrático, com primazia para o respeito pela legalidade e pelos direitos dos cidadãos” - apontou o ministro.

Os quadros ontem empossados são João Brito e Cunha, para exercer o cargo de director de Informação no MINT, e Cremildo Abreu, indicado assessor do Ministro. Para o quadro de direcção do Comando-Geral da Polícia, tomaram posse os generais Xavier Tocoli, como comandante do ramo da Polícia de Ordem e Segurança Pública, Paulo Xaxine, como director da Investigação Criminal, José Weng San, para o cargo de comandante do ramo de Polícia de Fronteira, e Filipe Dias, as funções de comandante da Polícia Costeira, Lacustre e Fluvial.

Foram ainda empossados os generais Jeremias Cumbe, para o cargo de director das Operações do Comando-Geral da Polícia, Florentino Sagras, para o cargo de director de Pessoal do Comando-Geral da Polícia, Manuel Zandamela, comandante-adjunto do ramo da Polícia de Ordem e Segurança Pública, e Vicente Xicote, para exercer as funções de director-adjunto da Investigação Criminal.

Igualmente, o Ministro do Interior conferiu posse aos generais João José Mahunguele, como comandante provincial da Polícia na Zambézia, Dora Manjate, para Inhambane, Raúl Omar, para Gaza, e Joaquim Sive, para Cabo Delgado. Até à data da sua nomeação, Joaquim Sive exercia o cargo de chefe de Gabinete do Comandante-Geral da Polícia.

Das mexidas o destaque vai para a saída do general João Zeferino Zandamela, do cargo de director nacional da Polícia de Investigação Criminal.

Entretanto, o ministro Basílio Monteiro saudou as forças policiais integradas nas diferentes áreas de actividade pelo seu empenho, entrega e dedicação no cumprimento da honrosa e nobre missão de servir a pátria moçambicana, garantindo a ordem, segurança e tranquilidade públicas, bem como na emissão de bilhetes de identidade, o controlo do movimento migratório e a salvação pública.

“O MINT tem estado a implementar um processo de reformas visando a adequação das suas áreas de actividade ao quadro jurídico-constitucional em vigor no país às exigências impostas pela dinâmica do rápido desenvolvimento da nossa sociedade, bem como os desafios que resultam da natureza transnacional da segurança, e não só, no contexto actual caraterizado pela globalização como paradigma dominante. Como resultado deste processo, foram aprovados diversos diplomas legais estruturantes para a organização e funcionamento das áreas do MINT, sendo de destacar a Lei n.º 16/2013, de 27 de Agosto, Lei da PRM, que define um novo modelo organizativo da PRM assente em ramos e unidades de operações especiais e de reserva. Com efeito, a organização da PRM em ramos representa a materialização de um imperativo legal decorrente do n.º 2 do artigo 255 da Constituição da República de Moçambique, constituído um passo importante e decisivo para a elevação da qualidade dos serviços prestados aos cidadãos” - ressalvou.

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