Director: Júlio Manjate   ||  Directora Adjunta: Delfina Mugabe

A IGREJA Presbiteriana de Moçambique (IPM) apela a todos os moçambicanos a viver no amor, comunhão e a reconciliarem-se para o bem-estar da sociedade.

O apelo foi feito nas orações do Sínodo desta congregação religiosa realizado ontem na Paróquia de Ndlavela, província de Maputo, que decorreu sob o lema “Deus da vida: Transforme-nos e Ajude-nos a transformar o mundo”.

A propósito, o pastor Reinaldo Jorge Sive fez perceber que ao falar da mudança, a igreja pretende que cada moçambicano busque suporte nas escrituras bíblicas para semear amor onde há ódio, garantir a reconciliação em situações de conflitos e uma vida condigna para todos os que se encontram em sofrimento.

Explicou que, muitas das vezes, algumas pessoas entram em desavenças por coisas que não justificam tirar a vida do outro. Por isso, os crentes pediram, nas suas orações, uma mudança deste tipo de comportamento no mundo.

“A mensagem que queremos deixar ficar é que vivamos no amor, comunhão e nos reconciliemos. Pode notar agora que temos poucos dias de paz, as pessoas circulam livremente. Por exemplo, para este evento, deveríamos ter gasto não sei quanto de despesas de avião para fazer chegar a Maputo todas as delegações que vêm do norte e do centro do país. Não foi necessário porque vieram de machimbombo. Então, significa que viver nesta transformação é muito importante para todos nós”, observou.

O Sínodo é a reunião máxima da Igreja Presbiteriana. Participam nele cerca de 300 delegações de todo o país.

O Sínodo foi antecedido de conferências das sociedades, que, entre outras decisões, aprovaram os relatórios de actividades e de contas e ainda os estatutos da criação de uma fundação presbiteriana que se vai ocupar das actividades sociais como a educação e saúde. Nos encontros preparatórios foram igualmente aprovada a instituição de uma nova paróquia.

O concílio realiza-se numa altura em que a igreja completa 130 anos da sua fundação oficial e 500 anos da reforma protestante a nível de todo o mundo.

Para a sua afirmação em Moçambique, a congregação religiosa, segundo o pastor Sive, contou com a ajuda dos missionários suíços, que foram fundamentais na definição teológica do que é a fé e ajudaram na componente social, pois colocaram escolas, hospitais e criaram programas de desenvolvimento económico sempre que fosse necessário.

“A Missão Suíça deu uma contribuição muito importante. Através da educação, há muitos moçambicanos que rapidamente compreenderam que era preciso que o país estivesse independente. A educação ajudou aos jovens a perceber a necessidade de lutar pela sua liberdade”, referiu, acrescentando que com o tempo a gestão desta igreja, a nível nacional, passou para os moçambicanos, que até hoje continuam a dar o seu contributo para o bem-estar da sociedade.  

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