O Conselho Superior da Comunicação Social saúda o Estado moçambicano, na pessoa do Presidente da República, Filipe Jacinto Nyusi, pela atribuição de títulos honoríficos, que reconhecem os serviços extraordinários prestados ao país por duas figuras associadas à fundação da comunicação social em Moçambique, segundo refere um comunicado a que o Notícias Online, teve hoje acesso.

Ontem, no dia 25 de Junho, por ocasião da passagem dos 44 anos da independência de Moçambique, o Estado atribuiu, a título póstumo, a medalha 25 de Junho de Primeiro Grau a Rafael Benedito Maguni, e o título de Cidadão Honorário da República de Moçambique ao jornalista Ian Christie.
Rafael Maguni, combatente da luta de libertação nacional, foi o primeiro Director-Geral da Rádio Moçambique, no período pós-independência, de 1975 a 1980, tendo por isso dirigido o processo da fundação da nova rádio nacional, resultante da extinção da Rádio Clube de Moçambique.

Maguni chegou à Rádio Moçambique na qualidade de jornalista da Voz da FRELIMO, a emissora radiofónica da Frente de Libertação de Moçambique, que transmitia as suas emissões a partir do exterior, na Republica Unida da Tanzânia.

O galardoado desempenhou ainda as funções de Ministro da Informação na década de 1990 e faleceu em Fevereiro de 2004, vítima de acidente de viação, lê-se no comunicado do CSCS.
Por seu lado, e segundo o documento, Ian Christie, jornalista de origem escocesa, trabalhou ao longo de vários anos na fundação de diferentes órgãos de comunicação social nacionais, com destaque para o serviço em Inglês da Agência de Informação de Moçambique (AIM) e para a criação de um serviço radiofónico de língua inglesa, destinado a apoiar a luta de libertação do Zimbabwe, denominado “The Voice of Zimbabwe”, emitido através dos emissores da Rádio Moçambique.
Após a independência do Zimbabwe, as emissões de apoio à luta de libertação do país vizinho cessaram, e no seu lugar foi criado o Serviço Externo da Rádio Moçambique, já com enfoque no apoio à luta contra o sistema de apartheid na África do Sul e, de novo, sob a coordenação de Ian Christie. Nessa qualidade, Ian Christie liderou a formação de jovens jornalistas do Zimbabwe e da África do Sul, os quais assumiram posições de liderança na comunicação social dos respectivos países, após a sua libertação. Ian Christie morreu em Fevereiro de 2000, vítima de doença, refere.
Para o Conselho Superior da Comunicação as distincoes sinalizam  o reconhecimento público à contribuição da comunicação social para a libertação do país e para o seu desenvolvimento social e económico, e ainda como sinal de encorajamento às novas gerações de comunicadores, para a valorização da sua profissão, guiando-se por altos padrões técnico-profissionais e éticos.

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O antigo presidente moçambicano, Armando Guebuza, sublinha a importância da paz, unidade nacional e a auto-estima no desenvolvimento económico do país.

“A unidade nacional precisa de, constantemente, ser acarinhada e ser fortalecida”, afirmou, por outro lado, Armando Guebuza.
Ele falava, ontem, na cidade de Maputo, em plena praça dos heróis moçambicanos, à margem das celebrações centrais dos 44 anos da independência nacional.
Por sua vez, o também ex-Presidente da República, Joaquim Chissano, disse que os desafios da actualidade prendem-se com a manutenção da paz, unidade nacional, aproveitamento integral dos recursos naturais que abundam no país, entre outros aspectos.
Enquanto isso, o Ministro da Defesa Nacional, Salvador M’tumuke, renovou o pedido de envolvimento de toda a população na denúncia dos mentores dos ataques na província de Cabo Delgado, como forma de contribuir para garantir-se um ambiente de paz no país.
“Para garantir a paz precisamos do envolvimento de todos na denúncia dos malfeitores, o que vai permitir que as Forças de Defesa e Segurança (FDS) possam, com sucesso, neutralizar esses malfeitores”, disse, acrescentando que os apelos feitos pelo Presidente Filipe Nyusi, nesse sentido, é mais um reforço para as populações poderem se envolver cada vez mais nesta missão.
Entretanto, o governo da cidade de Maputo atribuiu um total de 38 títulos honoríficos e condecorações a diversas personalidades a nível da capital do país.
A cerimónia, dirigida pela governadora da cidade, Iolanda Cintura, visou personalidades de cinco áreas, como educação, luta da libertação de Moçambique, defesa e promoção de direitos humanos, mulher e criança, artes e letras, bem como desporto.
De acordo com a lei, a República de Moçambique concede títulos honoríficos e condecorações a cidadãos nacionais, órgãos do Estado, órgãos do poder local, organizações sociais, económicas, desportivas, bem como cidadãos e personalidades estrangeiras de reconhecido mérito.

 

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A Renamo procedeu, na manhã de hoje, com a formalização da candidatura de Ossufo Momade, para o cargo de Presidente da República, para o escrutínio que vai decorrer em Outubro próximo.

A entrega teve lugar no Conselho Constitucional e foi dirigida por Venâncio Mondlane, na qualidade de mandatário desta formação política.

Os documentos foram recebidos pelo colectivo de juízes do Conselho Constituccional, num acto testemunhado pelo Secretário-Geral da Renamo, André Magibire, bem como, vários membros e simpatizantes desta agremiação que estiveram no local, entoando cânticos.

A juíza presidente substituta do Conselho Constitucional confirmou a recepção da candidatura de Ossufo Momade e das listas das assinaturas dos membros da Renamo que suportam esta candidatura.

Em conferência, André Magibire disse após o acto, que Ossufo Momade não presenciou a submissão da sua candidatura por se encontrar em Gorongosa a tratar de assuntos militares.

Acrescentou ainda que a Renamo continua comprometida com a Paz no país, e equipas deste partido estão em diversas províncias a identificar as bases para o acantonamento dos seus homens.

“Procedemos com a entrega da candidatura de Ossufo Momade para o cargo de Presidente da República, com um suporte de duzentas mil assinaturas, contra as 20 mil exigidas por lei, hoje faltando ainda 20 dias para o fim do prazo, por isso, esperamos que logo após a votação de 15 de Outubro, a Renamo e seu candidato sejam proclamados vencedores”, referiu.

Respondendo a uma questão sobre a situação interna na Renamo, Magibire declarou que “está muito bem e saudável”.

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O antigo-presidente da República de Moçambique, Alberto Joaquim Chissano, considera que para a manutenção da independência é necessário que haja boa gestão dos recursos que o país possui.

Chissano fez este pronunciamento, ontem, na Praça dos Heróis Moçambicanos, na cidade de Maputo, durante as celebrações dos 44 anos da independência nacional, ocasião que aproveitou   para exortar o povo moçambicano a continuar os esforços pela preservação da paz e unidade nacional.

Explicou que, apesar dos 44 anos caminhados, os moçambicanos têm mais desafios de manter a paz, a unidade e aproveitar bem os recursos naturais que a natureza oferece, apelando aos compatriotas para levarem a cabo programas de interesse colectivo, não só para Moçambique, mas também para toda África.

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TREZENTAS personalidades nacionais e estrangeiras serão condecoradas pelo Estado este ano, pelo seu contributo na formação e edificação da nação moçambicana. Na primeira fase, este processo abrangeu 233 veteranos da luta de libertação nacional em actos que decorreram ontem em todas as capitais provinciais. Leia mais

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