A presidente da União Nacional dos Camponeses (UNAC), Ana Tacuali, assumiu que a organização que dirige apoia a iniciativa do governo de materializar o Sustenta, programa de desenvolvimento integrado de agricultura e recursos naturais em implementação desde 2017 em dez distritos das províncias da Zambézia e Nampula.
Tacuali teceu estas considerações na passada quinta-feira, durante a entrega de mais equipamentos agrários e insumos agrícolas a cerca de 50 Pequenos Agricultores Comerciais Emergentes (PACE's), em cerimónia orientada pelo Presidente da República, Filipe Nyusi, na cidade de Nampula, frisando ainda  que a grande luta também inclui a componente comercialização da produção.
“Também precisamos de comercializar melhor os nossos produtos. Essa é, igualmente, uma grande luta”, afirmou Tacuali.
O Sustenta está já em implementação nos distritos de Malema, Rapale, Mecubúri, Lalaua e Ribáuè, na província de Nampula, e Ile, Guruè, Alto-Molócuè, Gilé e Mocuba, na Zambézia.
Já que o Sustenta está a ser implementado em apenas duas das onze províncias do país, Tacuali manifestou o desejo de ver o projecto a abranger todos os camponeses moçambicanos. “Gostaríamos que abrangesse todo o país. Que todos os distritos moçambicanos e todos os camponeses beneficiassem do Sustenta”.
Muito aplaudida pelos cerca de cinco mil camponeses presentes na cerimónia, dos cinco distritos onde o Sustenta já está em curso, em Nampula, Tacuali pediu para que a provisão de equipamentos seja contínua, conforme as necessidades dos produtores.
“Aqui testemunhamos a entrega de equipamentos, o que vai ajudar-nos a produzir melhor e escoar os nossos produtos para outros sítios, mas também precisamos de máquinas para cultivar, como multi-cultivadoras, que nós próprios possamos operar. A UNAC agradece a iniciativa”, referiu.
Segundo dados anunciados pelo Presidente Filipe Nyusi, no decurso da cerimónia, os cerca de 50 PACE's em Nampula trabalham com 4100 pequenos produtores familiares, abrangendo um total de 20 765 pessoas.
O objectivo do Sustenta é estimular a economia rural, através da integração de famílias, também rurais, no desenvolvimento de cadeias de valor sustentáveis com base agrícola e florestal, de forma a melhorar a sua renda e qualidade de vida, mas sem descurar a conservação ambiental.
O Sustenta, um programa de âmbito nacional, a ser implementado num período de cinco anos, pretende criar impacto no desenvolvimento da agricultura familiar, num total de 125 mil famílias rurais.

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As organizações sociais da Frelimo na província da Zambézia garantiram ontem o seu apoio incondicional ao partido e ao seu candidato presidencial às eleições gerais de 15 de Outubro próximo, comprometendo-se a trabalhar arduamente para a vitória folgada neste ponto do país.
Trata-se da Organização da Mulher Moçambicana (OMM) e Organização da Juventude Moçambicana (OJM) que, em mensagens de saudação à segunda sessão do Comité Nacional da Associação dos Combatentes de Luta de Libertação Nacional (ACLLN), que se realizou em Quelimane, colocaram-se à disposição do partido Frelimo para o alcance da vitória na próximas eleições.
Na sua curta mensagem, a OMM saudou, efusivamente, a direcção máxima do partido Frelimo por ter escolhido aquela província para a realização da sessão da ACLLN.

 

 

A OMM endereçou a sua saudação e apoio incondicional à candidatura do presidente do partido, Filipe Nyusi, para a Presidência da República de Moçambique nas eleições de 15 de Outubro de 2019.
Pela primeira vez, o cabeça-de-lista do partido vencedor nas eleições das assembleias provinciais será nomeado governador, no âmbito da nova legislação sobre a descentralização.
Por seu turno, o braço juvenil da Frelimo manifestou o compromisso de continuar a trabalhar e redobrar esforços para, também, garantir a vitória do partido e do seu candidato presidencial.
“Nós da OJM comprometemo-nos a trabalhar e a redobrar os esforços para garantir a vitória do partido e do nosso presidente Filipe Jacinto Nyusi”, asseguraram os jovens do partido, vincando que “camarada Presidente, este é o nosso objectivo”.

 

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O Presidente da República, Filipe Nyusi, congratulou sábado, em Pemba, o desempenho do Governo de Cabo Delgado que, não obstante a crise económica e financeira que afecta o país, os efeitos dos ataques de homens armados e do ciclone Kenneth transformaram as adversidades em oportunidades, ao conseguir implementar o seu Plano Económico e Social (PES) em 85 por cento.

Falando em conferência de imprensa no fim da sessão extraordinária do Governo de Cabo Delgado, o Chefe do Estado disse que viu e sentiu que a província melhorou alguns indicadores económicos ano passado na área de trabalho, ao conseguir criar cerca de 30 mil postos de emprego na agricultura, onde foram colhidas 3,8 milhões de toneladas de culturas alimentares, feito que aumentou o período das reservas alimentares da população de nove para 11 meses, captura de cerca de 37 mil toneladas de pescado, o que contribuiu na melhoria da renda dos pouco mais de 75 mil pescadores artesanais que desenvolvem a actividade, entre outros indicadores.

“Constatamos que, apesar dos constrangimentos decorrentes dos efeitos da crise económica nacional, dos ataques dos homens armados e muito recentemente do ciclone Kenneth, o Governo conseguiu cumprir em 85 por cento o seu programa económico e social, o que para nós é positivo. Isso significa que souberam transformar as dificuldades em oportunidades”, destacou o Chefe do Estado.

Segundo dados estatísticos, a produção global da província de Cabo Delgado foi de 30.6 mil milhões de meticais, destacando-se os sectores de agricultura (47,2 por cento); indústria mineira (20 por cento), alojamento e restauração (9,9 por cento) e indústria transformadora (8,1 por cento).

O Presidente da República acredita nos projectos em curso na província, de reabilitação e asfaltagem de algumas estradas, com destaque para Montepuez-Ruassa, que liga Cabo Delgado e Niassa; Mueda-Negomano, à vizinha Tanzânia, e a reconstrução das pontes sobre os rios Messalo 1, 2 e Mapwede.

Destaca-se ainda a construção da base logística, a modernização do Porto de Pemba, para além de outros projectos na área de hidrocarbonetos que terão impacto assinalável no desenvolvimento socioeconómico da província nos próximos tempos.

Contudo, recomendou ao Executivo da província no sentido de melhorar, com alguma agressividade, os indicadores sobre o analfabetismo e pobreza que afectam 60 por cento e 44,8 por cento respectivamente, dos pouco mais de 2.3 milhões de habitantes de Cabo Delgado.

O Governo provincial reconhece que o problema de analfabetismo pode condicionar o crescimento de outros indicadores de desenvolvimento económico, como a taxa de desemprego, rendimento “per capita” e a qualidade de vida.

Algumas acções para mitigar o problema já foram desenhadas no âmbito do Plano Estratégico de Desenvolvimento (2018-2027) de Cabo Delgado, nomeadamente a expansão e melhoria de ensinos primário e secundário, alfabetização de adultos, entre outras.

O Governo provincial assume que vai prosseguir com as acções de combate e assistência da população vítima dos ataques dos malfeitores, bem como liderar o processo de reconstrução pós-“Kenneth”, para além de concluir as obras de melhoramento no abastecimento de água; reabilitação e asfaltagem da estrada Mueda-Xitaxi, assegurar a implementação com sucesso do projecto de exploração de gás natural na bacia do Rovuma, entre outras actividades.

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Os combatentes da luta de libertação nacional devem ter, em cada momento, clareza na definição do alvo, inspirando-se no tradicional slogan “a vitória prepara-se, a vitória organiza-se” e na sua experiência de luta e vida.

O apelo foi feito ontem na cidade de Quelimane, província da Zambézia, pelo presidente da Frelimo, Filipe Nyusi, na abertura da II sessão do Comité Nacional da Associação dos Combatentes da Luta de Libertação Nacional (ACLLN).

Nyusi desafiou os combatentes a trabalhar de forma árdua no refinamento da estratégia política do partido Frelimo, com vista a garantir uma vitória folgada nas eleições de 15 de Outubro. Sublinhou que o alvo para as eleições gerais e das assembleias provinciais é uma vitória retumbante para que o país seja governado de forma responsável, com foco no desenvolvimento.

Na ocasião, o presidente da Frelimo recebeu garantias das organizações sociais do partido, que se comprometeram a trabalhar com afinco na mobilização dos seus membros e familiares a votarem na Frelimo e no seu candidato presidencial.

Os combatentes pediram ao presidente a terminar o mais rápido possível com o processo de Desarmamento, Desmobilização e Reintegração das forças residuais da Renamo, para que nenhum partido concorra às eleições de 15 de Outubro armado.

Entretanto, Filipe Nyusi reconheceu que a crise económica financeira, a corrupção, a ausência da paz, bem como os ataques em alguns distritos de Cabo Delgado deixam o país numa situação de vulnerabilidade. Pediu aos combatentes para ajudarem a resolver estes problemas, usando da sua experiência, como sempre o fizeram.

Afirmou que o Governo deve prosseguir com as acções, visando melhorar as condições de vida não só dos combatentes, como também da população em geral, de forma a merecer a confiança e continuar no poder.

Nyusi disse que o tempo é de muito trabalho, de contacto com as bases, para assegurar o apoio necessário para a vitória, uma vez que faltam apenas quatro meses para a realização das eleições. O presidente da Frelimo disse igualmente que a estratégia de combate político e democrático deve estar alinhada em todas as organizações sociais do partido, através da definição de linhas orientadoras não só a nível nacional, como também na diáspora.

Entretanto, o presidente reconheceu que persistem ainda dificuldades na assistência médica e medicamentosa, atribuição do subsídio de funeral, pagamento de pensões, implementação de projectos económicos, bem como bolsas de estudo para os filhos dos combatentes da luta de libertação nacional.

Apesar destes constrangimentos, Filipe Nyusi apontou alguns progressos registados na vida dos antigos combatentes, como por exemplo a fixação de pensões, atribuição de “txopelas”, implementação de projectos de moageiras, transporte público, pesca e mineração, entre outras iniciativas de geração de renda.

Disse que 95 por cento de 97.218 combatentes já possuem processos atinentes à fixação de pensões tramitadas ou já foram fixadas. Neste momento, segundo Nyusi, 30.937 combatentes já têm as suas pensões fixadas, o correspondente a 30 por cento.

Os desastres naturais que se abateram sobre as regiões Centro e Norte do país afectaram um número significativo de combatentes. O presidente da Frelimo disse que o apelo feito ao Governo foi respondido por países amigos e doares, que alocaram verbas para a reconstrução.

Filipe Nyusi disse que está garantida a inclusão de todos os afectados, bem como a gestão transparente dos recursos recebidos para a reconstrução pós-desastres naturais.

Zambézia nos momentos marcantes da história

O PRESIDENTE Filipe Nyusi afirmou que a província da Zambézia sempre esteve nos momentos marcantes da história de libertação nacional e da Associação dos Combatentes da Luta de Libertação Nacional.

Ao se revisitar o processo histórico, disse, pode-se constatar que Zambézia foi uma das províncias do país que acolheu vários eventos. Por exemplo, segundo Filipe Nyusi, de 16 a 21 de Janeiro de 1975, antes da independência nacional, Mocuba acolheu a primeira reunião dos comités distritais da Frelimo.

Essa reunião projectou a primeira administração pública virada aos interesses nacionais, bem como a administração do partido Frelimo.

Mocuba já acolheu também o primeiro seminário sobre informação. Em 2009, a cidade de Quelimane acolheu o IX Congresso, no qual o partido renovou e reformulou a sua visão de momento e do futuro.

Em Abril de 2018, Mocuba voltou, uma vez mais, a alojar a primeira reunião nacional das bancadas da Frelimo na Assembleia da República, provincial e dos municípios. O encontro visava harmonizar os métodos de trabalho e redesenhar as estratégias de governação.

Sábado foi a vez da cidade de Quelimane acolher a reunião do Comité Nacional da Associação dos Combatentes da Luta de Libertação Nacional. O presidente da Frelimo entende que Zambézia é uma das províncias estratégicas para o alinhamento das tácticas de vitória do partido nas eleições de 15 de Outubro.

JOCAS ACHAR

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A FRELIMO afirma que a candidatura de Filipe Nyusi para as eleições presidenciais de 15 de Outubro não é apenas uma proposta dos membros do partido, mas também vontade de toda a população moçambicana que almeja ver o país a continuar a crescer. Leia mais

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