Director: Júlio Manjate   ||  Director(a) Adjunto(a): 

O secretário-geral da Renamo, Manuel Bissopo, diz que é candidato à presidência do partido, para defender os ideais deixados pelo falecido líder da organização, Afonso Dhlakama.

“Decidi avançar, porque sinto que tenho que defender os ideais do presidente Afonso Dhlakama, que são os interesses da maioria do povo moçambicano”, declarou Bissopo, em entrevista ao jornal Savana.

A Renamo, prosseguiu, precisa de um líder à altura dos sacrifícios, que devem ser consentidos em prol da democracia.

“Dhlakama foi um mártir, sacrificou a sua vida pela Renamo e pelo povo, também assumo esse compromisso”, frisou.

O secretário-geral do principal partido da oposição prometeu tornar a Renamo num partido forte, comunicativo e com quadros competentes, caso seja eleito.

“Sou produto da Renamo, tenho formação superior custeada pela Renamo, grande parte da minha vida está ligada às causas da Renamo e associado a isso, assumi, em 2012, o cargo de secretário-geral”, defendeu.

Manuel Bissopo desdramatizou o facto de ter perdido eleições autárquicas, primeiro no município de Dondo, e depois no município da Beira, ambos na província de Sofala, assinalando, que foram escrutínios realizados em contextos diferentes.

A Renamo realiza de 15 a 17 deste mês um congresso electivo para escolher o sucessor de Afonso Dhlakama, que morreu de doença a 03 de Maio do ano passado.

O congresso terá a participação de 700 delegados e 300 convidados e vai realizar-se na no distrito da Gorongosa, província de Sofala.

Além de Manuel Bissopo são candidatos já conhecidos Elias Dhlakama, irmão de Afonso Dhlakama, e Hermínio Morais, um antigo comandante da guerrilha da Renamo.

 

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A PRESIDENTE da Assembleia da República defende que a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) deve promover a sua língua comum nos fóruns internacionais, para reafirmar a sua identidade e facilitar a comunicação. Leia mais

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PELO menos três candidatos manifestaram publicamente a intenção de se candidatar ao cargo de presidente da Renamo, numa eleição a decorrer durante o congresso deste partido que inicia hoje até quinta-feira, nas matas da Serra da Gorongosa, na província de Sofala. Leia mais

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Elias Dhlakama, irmão do falecido líder da Renamo, Afonso Dhlakama, justificou ontem a sua candidatura à presidência do principal partido da oposição em Moçambique com a necessidade de unir e fortalecer a organização e ganhar as eleições gerais deste ano.

“Após a morte de Afonso Dhlakama, o partido viveu um período de desunião e desorientação, num ano importante, porque teremos eleições gerais, a minha candidatura procura a união e o fortalecimento do partido”, declarou Elias Dhlakama, em entrevista à Lusa.

Dhlakama, 54 anos e general na reserva, afirmou que pretende unir os membros do partido em torno do objectivo de levar a Resistência Nacional Moçambicana (Renamo) ao poder e a promoção da formação dos militantes e órgãos do partido.

“O partido pode ser mais forte, através da formação dos seus quadros, membros, simpatizantes e órgãos, para poder afirmar-se como uma solução para o abismo em que o país se encontra”, disse.

As fragilidades da Renamo em termos de formação dos seus quadros, prosseguiu, têm sido aproveitadas pelo partido no poder para cometer alegadas fraudes eleitorais.

“A Renamo é, em parte, vulnerável, às fraudes cometidas pela Frelimo, por causa da fraqueza dos seus membros e órgãos, é por isso que a minha aposta é a formação”, assinalou.

Elias Dhlakama diz que vai manter o compromisso com a promoção da democracia, paz e boa governação defendido pelo seu falecido irmão, porque entende que o país precisa de seguir um caminho diferente.

“Juntei-me à guerrilha da Renamo no início dos anos de 1980 por um compromisso patriótico de ver o povo moçambicano numa situação de bem-estar, é com esse espírito que pretendo liderar o partido”, assumiu.

O candidato diz que a despartidarização das Forças de Defesa e Segurança deve ser uma prioridade para o país, assinalando que têm sido instrumentalizadas pela Frelimo para perseguir opositores e ajudar na viciação dos processos eleitorais.

Elias Dhlakama defende que a sua candidatura tem mérito próprio e não se serve do apelido para concorrer à liderança do partido.

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O Presidente da República, Filipe Jacinto Nyusi, recebe, hoje, no Palácio da Ponta Vermelha, o seu homólogo da República da África do Sul, Matamela Cyril Ramaphosa, que efectua uma visita de trabalho de um dia a Moçambique.

Segundo o comunicado recebido na nossa Redacção, a visita do Presidente sul-africano tem como objectivo principal, fortalecer e aprofundar os laços históricos de solidariedade, amizade e de cooperação política, económica, social e cultural entre os dois países, bem como avaliar o estágio da cooperação bilateral.

O mesmo documento refere que esta visita é a segunda do Chefe do Estado sul-africano à República de Moçambique, desde que tomou posse como Presidente da República da África do Sul, em Fevereiro de 2018.

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