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O DISTRITO de Dôa, região ao sul da província de Tete, possui boas perspectivas de colheita de produtos agrícolas, principalmente de cereais e tubérculos, lançados durante a primeira época da presente safra, o que, à partida, garante a segurança alimentar para o presente ano.

O administrador distrital de Dôa, Domingos Viola Juliasse, disse recentemente ao nosso Jornal que os níveis estimados de produção de culturas alimentares, principalmente de cereais como milho e mapira, que são predominantemente produzidos na região, garantem a segurança alimentar no distrito.

“Estamos a falar de uma necessidade de consumo de cerca de 13.494 toneladas para a produção de cereais de cerca de 18.474 toneladas. Portanto, temos um excesso de 4980 toneladas, o que nos permite afirmar que temos uma segurança alimentar” – disse Domingos Juliasse.

Em todo o distrito de Dôa, no cômputo geral, a campanha agrícola 2014/15, na sua primeira época, decorreu normalmente, apesar de ter havido um período de precipitações bastante elevadas na região em Janeiro e Fevereiro de 2015, tendo abrandado na segunda quinzena de Março, o que contribuiu, significativamente, para o estado vegetativo e consequente maturação das culturas. 

Aquele dirigente não deixou, no entanto, de referir que em algumas regiões do distrito, devido à excessiva queda pluviométrica e paragem repentina da chuva, prejudicando a evolução vegetativa normal das culturas, haverá bolsas de fome, sendo que as comunidades já estão empenhadas na produção de culturas da segunda época para assegurar o défice em alimentação.

Domingos Viola afirmou que a partir de Janeiro do ano em curso, quando as precipitações foram excessivas e as culturas apresentavam-se num estado de deformações, algumas vezes foi notório o raquitismo e amarelecimento, principalmente no milho devido à saturação de solos e stress das culturas.

“No decurso da 1.ª época da campanha agrícola em curso, isto no primeiro trimestre, altura da queda regular da chuva, as culturas comportaram-se bem em quase todo o distrito. Só que, de repente, a chuva parou, o que causou fraco rendimento da colheita” – apontou o administrador distrital de Dôa.

Nesta segunda época da campanha agrícola, no distrito de Dôa, foram alocadas três toneladas de semente de milho matuba para a reposição das áreas perdidas em quase todas as localidades situadas nas margens do rio Zambeze e algumas hortícolas, situação que permitiu às comunidades recuperarem algo para o seu sustento.

Para as culturas de rendimento, de acordo com Domingos Juliasse, as chuvas também foram excessiva, apesar de não alterar, significativamente, a produção da cultura do algodão e gergelim que registam bom estado vegetativo.

O distrito de Dôa, com uma extensão territorial de 3579 quilómetros quadrados, conta com 88.345 habitantes, distribuídos por 72 povoações, com uma densidade populacional de 32 habitantes/km2, sendo a população maioritariamente jovem com idades compreendidas entre 15 e 34 anos de idade. A sua maioria dedica-se à agricultura, pecuária e pesca.

BERNARDO CARLOS

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