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MAIS raparigas da província de Inhambane se vêem forçadas a casar, como forma de garantir o seu sustento e das suas famílias, por conta da seca que afecta esta região no sul do país.

Menores entre os 11 e 12 anos são entregues para casamentos prematuros pelos progenitores, que em troca recebem géneros alimentícios ou valores monetários.

A constatação foi feita pela Care International, uma organização humanitária, num inquérito onde participaram 75 pessoas das zonas mais afectadas pela estiagem.

Segundo o relatório, os casamentos prematuros são realizados como forma de reduzir o número de pessoas no agregado ou para cobrir as despesas através do pagamento de um dote.

“Durante a nossa pesquisa descobrimos que raparigas e adolescentes foram atraídas para longe das fontes de água por homens mais velhos, em troca de géneros alimentícios ou dinheiro. Algumas descobriram que estavam grávidas mais tarde e, por via disto, são estigmatizadas pela comunidade e pela família”, alertou o director nacional da Care, March Nosbach.

O cenário é agravado pelo facto de 90 por cento dos agregados familiares, chefiados por mulheres, não conseguirem cobrir as suas necessidades alimentares diárias, uma vez que a última campanha agrícola redundou num fracasso.

Como consequência, o número de refeições ficou reduzido a uma ou duas por dia. Dada a dificuldade de garantir o seu sustento, há relatos de mulheres que recorrem à prostituição para obter comida.

Com fraco poder de negociação perante os pais, as raparigas são obrigadas a abandonar a escola para ajudá-los na busca de água, que só conseguem volvidas seis horas, três vezes mais do que antes da seca.

A produção e venda de bebidas alcoólicas têm sido as formas usadas para a geração de renda. O álcool de fabrico local, segundo o estudo, tem sido incluído na dieta alimentar de crianças, para minimizar os sintomas da fome.

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