Director: Júlio Manjate   ||  Directora Adjunta: Delfina Mugabe

Opinião

Politica

O segundo vice-presidente da Assembleia da República, o deputado Younusse Amad, disse quinta-feira, em Maputo, que em Moçambique existem pessoas com deficiência economicamente ...

quarta, 09 janeiro 2019
Leia +

Economia

A Plataforma Integrada dos Serviços ao Cidadão (e-BAU) apenas cobre quarenta distritos dos 150 existentes no país, com destaque para os das capitais provinciais com elevado ...

sábado, 23 junho 2018
Read more
Pub
SN

Desporto

O FERROVIÁRIO de Maputo, líder da prova, joga esta tarde no reduto do Textáfrica, campo da Soalpo em Chimoio, onde vai testar o seu poderio, atendendo e considerando que o ...

sábado, 23 junho 2018
Leia +

Nacional

O Conselho Municipal da cidade de Pemba, capital da província de Cabo Delgado, garante que, finalmente, dispõe de fundos, cerca de 60 milhões de meticais, para a ...

sábado, 23 junho 2018
Leia +

QUANDO um vendedor de sucata norte-americano comprou um objecto de adorno dourado numa feira popular de objectos usados, nem chegou a imaginar que era o dono de um ovo Fabergé de 20 milhões de dólares oriundo da corte da Rússia imperial.

Envolto num mistério digno da história tumultuada da ostentatória elite russa, o ovo dourado de oito centímetros foi retirado às pressas de São Petersburgo depois da Revolução Russa em 1917 e ficou desaparecido durante décadas nos Estados Unidos.

Um homem não identificado nos EUA avistou o ovo enquanto procurava objectos de ouro e o comprou por 14 mil dólares com objectivo de fácil vende-lo a um compardor desucata. Mas não houve compradores, porque ele tinha superestimado o valor do relógio e das jóias dentro do ovo.

Desesperado, o homem pesquisou na Internet e se deu conta que podia estar com o ovo que o czar russo Alexander III deu à sua mulher, Maria Feodorovna, na Páscoa de 1887. Quando o vendedor de sucata procurou o antiquário londrino Wartski, ficou abalroado.

"Ele estava com a boca seca de medo, nem conseguia falar. Um homem de jeans, sapatilhas e camisa xadrez me mostrou foto do ovo imperial perdido. Eu sabia que era genuíno", disse Kieran McCarthy, director do antiquário Wartski, à Reuters.

"Ele ficou completamente fora de si, não conseguia acreditar no tesouro que tinha", disse McCarthy, que em seguida viajou a uma pequena cidade norte-americana para inspeccionar o ovo de ouro amarelo na cozinha do vendedor.

O antiquário Wartski comprou o ovo para um coleccionador particular não identificado. McCarthy disse não poder revelar a identidade do homem que encontrou o ovo, o valor da venda ou o coleccionador, embora tenha declarado que este último não é russo.

A Reuters não pôde verificar a história sem a identidade dos envolvidos, e quando indagado se a história não era fantástica demais para ser verdade, McCarthy afirmou:

"Somos antiquários, então duvidamos de tudo, mas esta história é tão maravilhosa que não dava para inventar, está além da ficção e faz parte da lenda dos antiquários, não há nada igual".

Os ovos requintados de Peter Carl Fabergé se tornaram mitológicos desde que foram criados para os czares russos. Só a realeza e bilionários podem ter esperanças de coleccioná-los. Entre seus proprietários actuais estão a rainha Elizabeth, da Inglaterra, e o Kremlin.

Peter Carl Fabergé fabricou cerca de 50 ovos imperiais para os czares russos entre 1885 e 1916. Quarenta e dois sobreviveram, de acordo com Fabergé. Outros foram feitos para mercadores.

Sábados

TEMA DE ...

É um facto que as autoridades municipais, há anos, enfrentam ...

...

A INFÂNCIA e a arte são universos muito próximos. ...

Conselho de administração

Presidente: Bento Baloi

Administrator: Rogério Sitóe

Administrator: Cezerilo Matuce

Siga-nos

Template Settings

Color

For each color, the params below will give default values
Tomato Green Blue Cyan Dark_Red Dark_Blue

Body

Background Color
Text Color

Header

Background Color

Footer

Select menu
Google Font
Body Font-size
Body Font-family
Direction